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Eduardo Leite comemora 1 ano de namoro com capixaba Thalis Bolzan

Governador do Rio Grande do Sul revelou que, após falar da sexualidade em programa de TV, namorado também foi alvo de ataques
Redação de A Gazeta

Publicado em 

28 set 2021 às 17:32

Publicado em 28 de Setembro de 2021 às 17:32

Eduardo Leite com o namorado, Thalis Bolzan
Eduardo Leite com o namorado, Thalis Bolzan Crédito: Reprodução/Instagram
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, está comemorando um ano de namoro com o capixaba Thalis Bolzan. A informação foi dada ao podcast No Flow, quando o político respondeu a pergunta se era bissexual ou namoraria hoje com uma mulher.
"Não sou bi, sou gay. Não ficaria com uma mulher porque estou comprometido e apaixonado. Aliás, estamos comemorando um ano de namoro", afirmou Eduardo.
No papo, o governador revelou que recebeu muitas críticas, em especial da comunidade LGBTQIA+, depois de falar abertamente sobre sua sexualidade numa entrevista com Pedro Bial em julho. Inclusive, Thalis teria sido vítima de alguns ataques.
"Falar publicamente sobre isso toca a vida das pessoas, me senti acolhido e pude oferecer acolhimento também. Recebi mensagens de gente que ficou mais à vontade para falar sobre o assunto com sua própria família. Mas recebi críticas de gente me cobrando erguer uma bandeira. Mandaram também mensagens para o meu namorado. 'Estão te pagando quanto para você inventar que é namorado dele', foi uma delas", disse durante o podcast.
A pergunta veio porque Eduardo falou que namorou uma mulher durante quatro anos e que teve seu primeiro relacionamento com outro homem aos 25 anos. Na sequência, ele falou sobre a cobrança de uma pauta LGBTQIA+ em seu governo.
"Acredito que nem todo gay precisa ser ativista. Não devo ignorar os temas, claro. Evidente que devem combater o preconceito, evidente que devem fazer enfrentamento desses temas. Mas não necessariamente será a causa da vida da pessoa. É bom e importante que existam os ativistas. Disseram que eu não teria agenda LGBT no governo. Não é absolutamente verdade. A agenda está e estará presente, mas não é uma agenda do LGBT, é uma agenda da igualdade", disse o governador no podcast No Flow.

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