Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Simples assim

Angélica diz que menopausa não é fim do mundo e celebra experiência de vida

Com 46 anos, a apresentadora dá conselhos às mulheres que estão passando pelo mesmo momento: 'A gente não tem que sofrer com isso'

Publicado em 10 de Novembro de 2020 às 19:41

Redação de A Gazeta

Publicado em 

10 nov 2020 às 19:41
A apresentadora Angélica, 46, conta que tem algumas maneiras de driblar os sintomas de sua precoce menopausa. De acordo com ela, o período, por vezes escondido por parte das mulheres, é normal e precisa ser comentado.
A apresentadora Angélica
Angélica apresenta o programa "Simples Assim", nas tardes de sábado da Globo Crédito: Globo/João Miguel Júnior
"O que descobri vivendo este momento foi que as pessoas não falam muito desse período da mulher e, quando falam, acham que é o fim. E não é. Na verdade, o que descobri é que é normal e que você tem formas de viver muito bem. Porque existem formas de driblar os sintomas", comentou ela em entrevista à colunista Patrícia Kogut.
Angélica fez questão de dar conselhos a quem está passando pela mesma fase de vida. "Acho importante a mulher saber que a vida pode ser maravilhosa depois da menopausa. A gente não tem que sofrer com isso", opinou.
A apresentadora também comentou que vive um dos melhores momentos de sua vida: já teve filhos, eles cresceram e no trabalho já está consolidada. Atualmente, Angélica apresenta o "Simples Assim", nas tardes de sábado da Globo.
"Você já tem segurança para um monte de coisas, já sabe o que quer. Já tem força suficiente, história de vida para viver os próximos 50 muito melhores. Essa coisa da experiência, para mim, é mágica. Ter a experiência de uma mulher de 50 não tem para ninguém, não tem para nenhuma de 25", concluiu.

RETORNO À TV

A apresentadora, que estava fora do ar desde o fim do "Estrelas" em 2018, agora tem sua volta à TV. Se antes ela entrava na intimidade dos famosos para revelar o que nos aproximava deles, agora ela convida anônimos a falarem sobre temas universais, como felicidade, amor e relacionamentos familiares, com os quais qualquer um pode se identificar.
"É um programa que tem muito a ver com o momento que a gente está vivendo, em que algumas palavrinhas entraram na moda: empatia, sororidade, representatividade...", contou ao F5.
"A gente quer que as pessoas tenham uma companhia no sábado à tarde para pensarem sobre essas questões, que se identifiquem com os temas, olhem para dentro e reflitam sobre o que realmente importa."
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem BBC Brasil
Brasil diz ter convocado diplomata argentina para cobrar explicações sobre viagem de Flávio Bolsonaro
Macário Júdice Neto está preso desde dezembro
Macário Júdice é solto com uso de tornozeleira após quase um ano de prisão
Compra on-line; Black Friday; e-commerce; compra virtual; comércio eletrônico
O consumidor mudou mais nos últimos cinco anos do que nas duas décadas anteriores

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados

Fale com a gente

Escolha o canal de sua preferência para assinar A Gazeta ou tirar dúvidas.