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Economia

Trabalhadores dos Correios mantêm greve após derrota no STF

Os ministros do STF mantiveram o acordo trabalhista entre os Correios e seus funcionários válido somente por um ano; greve teve início na terça-feira (18)

Publicado em 21 de Agosto de 2020 às 22:22

Redação de A Gazeta

Publicado em 

21 ago 2020 às 22:22
Agências dos Correios vão fazer cadastro do auxílio emergencial de R$ 600
Trabalhadores dos Correios estão em greve desde a última terça-feira (18) Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) formaram maioria nesta sexta-feira (21) para manter o acordo trabalhista entre os Correios e seus funcionários válido somente por um ano. Mesmo com a derrota, os trabalhadores decidiram manter a greve da categoria, que começou na última terça-feira (18).
Em sessão virtual, o ministro relator Dias Toffoli votou a favor da liminar concedida aos Correios no ano passado. Sete ministros acompanharam o voto, garantindo a vitória da estatal.
Em 2019, após campanha salarial e greve, os trabalhadores e os Correios fecharam, por meio de acordo no TST (Tribunal Superior do Trabalho), a convenção coletiva da categoria, válida por dois anos. No entanto, a estatal discordou da decisão e foi ao Supremo, que concedeu liminar, limitando os efeitos da convenção por apenas um ano. Com isso, a validade acabou em julho.
Segundo Douglas Melo, diretor da Findect (Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios) e do Sintect (sindicato dos funcionários dos Correios em SP), os funcionários seguirão de braços cruzados.
"Infelizmente, o Supremo manteve a liminar do Dias Toffoli que reduziu a vigência de nosso acordo. Porém, vamos manter a greve e orientar pela ampliação dela", afirma.
O movimento dos trabalhadores é contra a retirada de 70 dos 79 itens do acordo coletivo. Entre os direitos estariam adicional por risco durante a pandemia e licença-maternidade de 180 dias, entre outros.
Em nota, os Correios afirmam que os benefícios dos trabalhadores custariam R$ 1 bilhão à estatal. Além disso, dizem que não há retirada de direitos, mas adequação de termos que "extrapolavam a CLT e outras legislações". Segundo o órgão, todos os 99 mil funcionários estão em rotina normal de trabalho, enquanto a federação aponta para paralisação de 70% dos cerca de 70 mil funcionários da área operacional.
Para minimizar os efeitos da paralisação, neste sábado (22) e domingo (23) haverá mutirão de entregas. Segundo a estatal, a intenção é entregar quatro vezes mais do que a rotina em finais de semana.

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