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Qualicorp sofre busca e apreensão em operação que investiga fraudes tributárias

Segundo os investigadores, a empresa teria utilizado um suposto esquema de pagamento de propinas a servidores da Receita Federal e lavagem de dinheiro

Publicado em 23 de Outubro de 2020 às 08:35

Redação de A Gazeta

Publicado em 

23 out 2020 às 08:35
A empresa Qualicorp foi alvo de uma operação que apura supostas fraudes no pagamento de impostos
A empresa Qualicorp foi alvo de uma operação que apura supostas fraudes no pagamento de impostos Crédito: Anderson Lira/FramePhoto/Folhapress
A administradora de planos de saúde Qualicorp foi alvo de uma operação que apura supostas fraudes no pagamento de impostos que totalizariam cerca de R$ 980 milhões.
Segundo os investigadores, a empresa teria utilizado um suposto esquema - já identificado em uma operação anterior, a Descarte- de pagamento de propinas a servidores da Receita Federal e lavagem de dinheiro para reduzir o pagamento de tributos.
A Receita Federal afirma que existem indícios de que uma das empresas do grupo Qualicorp teria realizado pagamento de R$ 26 milhões, de 2016 a 2017, por serviços de corretagem de planos de saúde que não teriam sido prestados.
As supostas fraudes teriam ocorrido nos anos em que a empresa foi gerida pelo empresário José Seripieri Filho, fundador da administradora.
A empresa afirmou, em comunicado ao mercado, que vai apurar os fatos e colaborar com as autoridades. Seripieri Filho afirmou que a juíza do caso disse não haver indícios de sua participação nos delitos investigados.
A operação desta quinta-feira (22), batizada de Triunfo, decorre da Descarte e foi conduzida pela Receita em conjunto com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal.
Foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão em residências, empresas e escritórios dos investigados, em São Paulo e no Rio de Janeiro.

OUTRO LADO

Em comunicado ao mercado, a Qualicorp confirmou a seus acionistas a operação.
"A nova administração da companhia informa que adotará as medidas necessárias para apuração completa dos fatos, bem como colaborará com as autoridades públicas competentes", diz o comunicado.
José Seripieri Filho, conhecido como Junior, afirmou, via sua assessoria de imprensa, que a juíza Federal Michelle Camini Mickelberg, responsável pela operação, afirmou em seu despacho que inexistem "indícios de prova mínimos de sua participação no delito investigado".
O empresário também negou que sua residência tenha sido alvo de busca e apreensão.

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