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Indústria

Produção industrial cresceu 1,2% no país em novembro, aponta IBGE

Segundo o IBGE, o avanço da da atividade industrial na passagem de outubro para novembro de 2020 alcançou todas as quatro grandes categorias econômicas

Publicado em 08 de Janeiro de 2021 às 10:44

Agência FolhaPress

Publicado em 

08 jan 2021 às 10:44
Crescimento do PIB ainda é tímido no ES
O setor industrial acumula alta de 40,7% em sete meses Crédito: Pixabay
A produção industrial brasileira cresceu 1,2% em novembro, sétimo mês seguido de alta, informou nesta sexta-feira (8) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O setor acumula alta de 40,7% em sete meses.
Com isso, eliminou a perda de 27,1% registrada entre março e abril. No ano, porém, a indústria nacional apresenta queda de 5,5%. No acumulado de 12 meses até novembro, a perda é de 5,2%. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM).
Em comparação com seu nível recorde, alcançado em maio de 2011, indústria se encontra 13,9% abaixo.
Segundo o IBGE, o avanço da da atividade industrial na passagem de outubro para novembro de 2020 alcançou todas as quatro grandes categorias econômicas e 17 dos 26 ramos pesquisados.
Mais uma vez, a principal influência foi do segmento de veículos automotores, reboques e carrocerias, com alta de 11,1% . O segmento acumulou alta de 1.203,2% em sete meses consecutivos de crescimento na produção, superando em 0,7% o patamar de fevereiro.
De acordo com o IBGE, outros ramos que cresceram em novembro foram de produtos químicos (5,9%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (11,3%), máquinas e equipamentos (4,1%), e impressão e reprodução de gravações (42,9%).
Outros setores foram de couro, artigos para viagem e calçados (7,9%), bebidas (3,1%), produtos de metal (3,0%), outros equipamentos de transporte (12,8%) e metalurgia (1,6%).
No entanto, nove atividades apresentaram queda. Segundo o IBGE, o principal impacto negativo do mês foi registrado nos setores de produtos alimentícios (3,1%), que acumula redução de 5,9% em dois meses de queda, eliminando a alta de 4,0% registrada entre julho e setembro; de indústrias extrativas (2,4%), com o terceiro mês seguido de queda na produção, período em que somou perda de 10,4%; e de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (9,8%), interrompendo dois meses de resultados positivos, quando acumulou expansão de 10,8%.
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