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Segundo trimestre

Lançamentos do Minha Casa, Minha Vida caem 15,5%, mas vendas sobem 11,9%

O programa representou 47% dos lançamentos totais do mercado no segundo trimestre (ante 53% no mesmo período do ano anterior) e 46% das vendas (ante 42% no mesmo período do ano anterior)
Estadão Conteúdo

Publicado em 

25 ago 2025 às 15:58

Publicado em 25 de Agosto de 2025 às 15:58

Condomínio residencial do Minha Casa, Minha Vida no Rio de Janeiro
As vendas, por sua vez, cresceram 11,9% no mesmo período, chegando a 46,9 mil moradias Crédito: Tomaz Silva/Agência Brasil
Os lançamentos de projetos imobiliários dentro do Minha Casa Minha Vida (MCMV) caíram 15,5% no segundo trimestre de 2025 em relação ao mesmo período de 2024, ficando em 44,2 mil unidades. As vendas, por sua vez, cresceram 11,9% no mesmo período, chegando a 46,9 mil moradias.
O programa representou 47% dos lançamentos totais do mercado no segundo trimestre (ante 53% no mesmo período do ano anterior) e 46% das vendas (ante 42% no mesmo período do ano anterior). Os dados foram divulgados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).
O economista Celso Petrucci afirmou que o orçamento destinado ao financiamento de obras do MCVM estava acabando na metade do ano, mas já foi ampliado. "Pode ser que a queda nos lançamentos tenha a ver com essa falta de recursos em junho e julho", comenta.
Petrucci disse que a ampliação do orçamento foi importante para assegurar a continuidade dos lançamentos. "A roda do MCMV não pode parar. É o programa que oferta imóveis na maior parte do país para a população que tem menor renda".
O presidente da CBIC, Renato Correia, defendeu que o início de conversas para revisão dos parâmetros de contratação dentro do MCMV. Como as discussões sobre novos parâmetros geralmente levam seis meses, e a aprovação de tais medidas levam outros seis meses, seria importante já colocar o assunto na pauta junto do governo federal.
"Já tem dois anos desde última alteração do Minha Casa Minha Vida. Seria interessante alinhar os novos parâmetros", defende, lembrando que a demora para implantar ajustes no ciclo anterior, em 2023, geraram alguns gargalos para contratação.

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