Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Aumento

Inflação tem maior alta para novembro desde 2015

Segundo o IBGE, os preços de alimentos e combustíveis continuam a pressionar indicador; no acumulado do ano, a inflação está em 3,13%

Publicado em 08 de Dezembro de 2020 às 15:51

Redação de A Gazeta

Publicado em 

08 dez 2020 às 15:51
Além da inflação, as instituições financeiras também ajustaram as previsões para o PIB e o Dólar.
Além da inflação, as instituições financeiras também ajustaram as previsões para o PIB e o Dólar. Crédito: Pixabay
A inflação registrou alta de 0,89% em novembro em relação ao mês anterior, divulgou nesta terça-feira (8) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O aumento foi puxado novamente pelos alimentos e combustíveis.
No acumulado do ano, a inflação está em 3,13% e, em 12 meses, em 4,31% -acima do centro da meta estipulada para 2020, de 4%.
A meta de inflação é fixada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) e tem intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, podendo ficar entre 2,5% e 5,5%.
Segundo Pedro Kislanov, gerente da pesquisa do IBGE, o cenário de novembro é parecido com o que tem sido visto nos últimos meses, em que o grupo de alimentos e bebidas continua impactando o resultado.
"Dentro desse grupo, os componentes que mais têm pressionado são as carnes, que nesse mês tiveram uma alta de mais de 6%, a batata-inglesa, que subiu quase 30%, e o tomate, com alta de 18,45%", afirmou.
Mais uma vez, produtos importantes na cesta das famílias tiveram alta, como o arroz (6,28%) e o óleo de soja (9,24%). A variação no grupo de alimentos e bebidas foi de 2,54%. A cerveja (1,33%) também subiu, assim como o refrigerante e a água mineral (1,05%).
Em outubro, quando o IBGE passou a fazer o cálculo com base na nova POF (Pesquisa de Orçamento Familiar), os alimentos retomaram o posto de principal componente do índice de inflação, que havia sido perdido para os transportes no início do ano.
Em novembro, o grupo de transportes registrou alta de 1,33%, segunda maior influência do índice, impulsionado pelo aumento no preço da gasolina (1,64%). Foi a sexta alta consecutiva do combustível. O etanol subiu 9,23%.
De acordo com o IBGE, os grupos de alimentos e bebidas e transportes representaram 89% da alta do IPCA de novembro.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Magno Malta discursa em encontro estadual do PL
O grande vencedor político da pré-campanha eleitoral no ES
Vigilantes são presos por matar morador de rua que cometia furtos na Praia do Suá
Quem matou Odete Roitman?
Imagem de destaque
Uma eleição presidencial sem debate e sem esperança

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados