Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • 33,5% das empresas foram afetadas pela pandemia em agosto, segundo o IBGE
Negócios prejudicados

33,5% das empresas foram afetadas pela pandemia em agosto, segundo o IBGE

Pesquisa Pulso mostra os efeitos do coronavírus nos negócios. As empresas do setor de Construção foram as que mais sentiram impactos negativos

Publicado em 01 de Outubro de 2020 às 11:38

Redação de A Gazeta

Publicado em 

01 out 2020 às 11:38
Emprego: construção civil
Trabalhos afetados pelas obras foram os mais afetados Crédito: Skeeze/Pixabay
O Brasil tinha 3,4 milhões de empresas em funcionamento na segunda quinzena de agosto, sendo que 33,5% delas informaram que a pandemia do novo coronavírus afetou negativamente suas atividades. Os dados são da Pesquisa Pulso Empresa: Impacto da Covid-19 nas Empresas, que integram as Estatísticas Experimentais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Para 37,9% das empresas em funcionamento, o efeito da pandemia sobre os negócios foi pequeno ou inexistente, enquanto outros 28,6% relataram ter observado um impacto positivo.
As empresas do setor de Construção foram as que mais sentiram impactos negativos da Covid-19: 40% das companhias do setor se queixaram dos reflexos da pandemia. No Comércio, 36% das companhias reportaram efeitos negativos nos negócios. Na indústria, 31,8% das empresas foram impactadas negativamente, enquanto nos serviços houve efeitos negativos em 30,5% das companhias.
Os efeitos negativos foram percebidos por 33,7% das empresas de pequeno porte, 22,8% das intermediárias e 23,8% das grandes empresas.
Entre as regiões, a pandemia impactou negativamente 30,4% das empresas no Norte; 35,0% no Sudeste, 37,2% no Sul, 31,4% no Centro Oeste e 24,7% no Nordeste.
A pandemia do novo coronavírus provocou uma queda nas vendas ou serviços comercializados em 32,9% das empresas em funcionamento no País na segunda quinzena de agosto. Por outro lado, 34,7% das empresas disseram que o efeito foi pequeno ou inexistente, e outros 32,2% das companhias declararam ter registrado aumento nas vendas com a pandemia.
Entre as regiões, houve diminuição das vendas em 36% das empresas do Sudeste e em 40,6% das companhias no Sul. No Centro-Oeste, 26,7% relataram recuo nas vendas, enquanto no Norte esse porcentual foi de 23,4%. No Nordeste, apenas 15,4% das empresas relataram vendas menores, enquanto outros 58,6% disseram que houve aumento.
Entre os setores, 42,7% das empresas da Construção tiveram redução nas vendas. Na indústria, 29,8% venderam menos. Nos Serviços, houve redução em 30,8% das companhias.
Por outro lado, 40,7% das empresas do Comércio perceberam aumento nas vendas, com destaque para o Comércio de veículos, peças e motocicletas (46,6%) e o Comércio Varejista (43,0%). Outros 34,3% das empresas de Comércio tiveram redução nas vendas.
A queda nas vendas foi mais sentida entre as pequenas empresas, alcançando 33,1% delas. Entre as grandes empresas, 22,8% venderam menos, e entre as médias empresas essa proporção foi de 19,8%.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Laboratório do tráfico: drogas e armas são descobertas em casa em Vila Velha
Imagem de destaque
"Nego Bozo", chefe do tráfico do Morro do Romão, é recapturado em Vitória
Condições de ônibus escolar em Montanha geravam preocupação entre pais de alunos.
MPES pede para prefeitura de Montanha substituir ônibus escolares danificados

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados