Cachoeiro de Itapemirim está na moda. O ministro Paulo Guedes, da Economia, a indicou como alternativa de turismo ao dólar nas alturas; o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, por sua vez, apontou a cidade do Sul do Estado como porto seguro ao coronavírus. Com padrinhos tão importantes assim, por que não visitar o berço do rei Roberto Carlos? Mas o que tem de tão especial na cidade?
A resposta talvez esteja no “Vem pra Cachoeiro!”, um guia turístico bilíngue (português/inglês) feito pela prefeitura para orientar quem queira conhecer a Capital Secreta, como ela também é carinhosamente conhecida.
O guia apresenta informações sobre os pontos de visitação, que estão divididos em categorias, como “Circuitos Turísticos”, “Arte, Cultura e Patrimônio”, “Igrejas Históricas” e “Patrimônio Natural”.
Entre as principais atrações turísticas apresentadas, roteiros tradicionais como a Casa dos Braga, a Casa de Cultura Roberto Carlos, o Palácio Bernardino Monteiro e a Fábrica de Pios Maurílio Coelho, mas existem opções menos conhecidas, como um visita à Comunidade Quilombola de Monte Alegre, a 37 km do Centro de Cachoeiro, o distrito de origem italiana de São Vicente, onde é preservado o caxambu (dança brasileira de origem africana), e a Pedra de Ema, no Distrito de Burarama.
O guia “Vem pra Cachoeiro!” é gratuito e pode ser encontrado nos centros culturais da cidade e na sede da prefeitura. Uma versão digital pode ser baixada em PDF no site da prefeitura.
Além da edição impressa, está disponível o aplicativo “Descubra Cachoeiro”, dividido em oito abas diferentes. Na de Pontos Turísticos, por exemplo, é possível obter dados sobre locais como a Cachoeira Alta, no Distrito de São Vicente; a Cachoeira da Forquilha, em Burarama, ou a Casa de Cultura Roberto Carlos, na sede do município.
O app conecta o usuário ao Google Maps, indicando a rota correta para acesso aos pontos turísticos desejados. É gratuito e está disponível em iOs e Android.