Acho que podemos avançar. Podemos fazer melhor. Além de adotar os novos padrões de segurança e de saúde, que é o distanciamento, é usar a máscara, é lavar as mãos, é evitar aglomerações, precisamos adotar a situação antecedente, que é aquela avaliação pessoal: “Eu preciso realmente sair à rua?” Quando saio à rua, é natural o aumento do risco. Então, se você realmente precisa, vá, mas vá com segurança. Agora, se a resposta é “talvez não”, então fique em casa um pouco mais. Então, precisamos que as três partes se comportem de uma forma responsável, sabedoras de que não tem varinha de condão, não adianta dizer “ah, o governo vai resolver...” Não vai resolver sozinho. É o governo, o cidadão e o setor produtivo. Então precisamos ter essa visão, porque nós estamos advogando até por uma maior abertura. O lockdown não está na nossa… Achamos que o lockdown é uma questão que sempre esteve na mesa, é uma possibilidade que sempre estará na mesa, mas, se lidarmos de forma responsável nas três frentes, conseguimos avançar na abertura, que é essencial na questão econômica, na questão do emprego, que é um desafio monstruoso que estamos vivendo e vamos viver nos próximos meses e, talvez, anos.