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Marketing

"Eu lançaria Vitória como a melhor cidade para home office do Brasil"

O publicitário Nizan Guanaes esteve no Estado e disse que a capital capixaba é um paraíso perto do Rio, de São Paulo e de Minas. "Pena que fez pacto com o anonimato", provocou

Publicado em 26 de Agosto de 2024 às 19:05

Públicado em 

26 ago 2024 às 19:05
Pelo mercado

Colunista

Pelo mercado

Publicitário Nizan Guanaes
O publicitário disse que "até para ficar calado é preciso fazer marketing" Crédito: Rodrigo Gavini
Um paraíso perto do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Assim, o empresário e publicitário Nizan Guanaes definiu Vitória durante o Congresso Nacional de Executivos de Finanças (Conef), evento realizado na última sexta-feira (23/08).
“Eu lançaria Vitória como a melhor cidade para home office do Brasil. A capital capixaba é uma cidade muito linda, pena que fez pacto com o anonimato”, provocou.
Com frases impactantes e muitos insights, o baiano conduziu sua palestra destacando a importância de influenciar positivamente a sociedade e sobre o papel relevante da indústria na economia brasileira, o que requer uma abordagem multifacetada que combine educação, comunicação estratégica e engajamento comunitário.
Publicitário Nizan Guanaes
Ele já iniciou a palestra colocando sua cadeira perto do público. "A indústria precisa fazer isso, se aproximar das pessoas". Crédito: Rodrigo Gavini
“A indústria precisa se aproximar da sociedade. O peleguismo da Fiesp atrapalhou isso. Hoje em dia não existe mais nada só B2B. Houve uma transformação da sociedade na maneira de pensar. A indústria foi ficando antiga, e só fica assim quem dorme. A indústria colocou na cabeça de que não vendia, mas ela vende e, por isso, precisa lançar mão do marketing”, ressaltou.
Aliás, para Nizan, até para ficar calado é preciso fazer marketing e estar antenado com tudo o que está acontecendo no mundo é fundamental.  "Eu me formei em Harvard com mais de 60 anos (ele tem 66). Fui procurar me atualizar para aprender sobre este mundo que vivemos porque já faz 40 anos que me formei na faculdade. Nada, nada daquilo que estudei faz sentido hoje. Busque sempre se atualizar", sugeriu.
De forma leve, ele ressaltou que a imagem da indústria está aquém do que é real, e isso precisa ser mudado. "É preciso ter narrativa, se comunicar bem. Marca é preço! Comunicar bem traz valor. Basta entender o negócio, a indústria e mostrar o segmento de uma forma positiva junto a população".

Pelo mercado

Formada pela PUC Campinas, entrou em A Gazeta em 1997 como repórter na editoria de Cidades, onde recebeu dois prêmios. Foi editora-adjunta de Brasil & Mundo; e editora, por 12 anos, da Revista.ag, suplemento dominical do jornal A Gazeta. Possui também MBA em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo (ESPM). Antes de mudar para o Espírito Santo, atuou no jornal Correio Popular de Campinas (SP).

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