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Leonel Ximenes

Sindicalista que prometeu abrir mão de R$ 50 mil de salário perde eleição na Vale

Wagner Xavier, do ES, ficou em 2° lugar para representar os trabalhadores no Conselho de Administração da Vale; escolhido é de Minas

Públicado em 

20 fev 2021 às 02:00
Leonel Ximenes

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Leonel Ximenes

Wagner Xavier perdeu a eleição por uma diferença de 166 votos
Wagner Xavier perdeu a eleição por uma diferença de 166 votos Crédito: Divulgação
Por apenas 166 votos de diferença, o presidente do Sindicato dos Ferroviários (ES/MG), Wagner Xavier, perdeu a eleição para ser o representante dos trabalhadores no poderoso Conselho de Administração da Vale. Ele ficou em segundo lugar entre 11 candidatos, mesmo com a promessa de abrir mão de R$ 50 mil de salário de conselheiro em favor de ações da categoria ferroviária.
A vaga dos trabalhadores no Conselho da Vale será ocupada pelo sindicalista André Viana, presidente do sindicato da categoria em Itabira (MG). Wagner teve 3.319 votos ante os 3.485 votos dados a Viana.
Wagner Xavier perdeu a eleição, mas não perdeu a elegância. Nas redes sociais, ele parabenizou o eleito e seu suplente, que é do Maranhão. “Desde já colocamo-nos à disposição para o trabalho coletivo de fortalecimento da luta dos empregados naquela instância [o Conselho de Administração da Vale].”
O grande apelo da campanha do presidente do Sindfer ES-MG foi a promessa feita por ele, registrada em cartório, de abrir mão dos R$ 50 mil de salário por participação em cada reunião mensal ordinária do Conselho da Vale.
Xavier tinha se comprometido a utilizar esse dinheiro em ações em favor da categoria sob a fiscalização de uma comissão formada por ferroviários. Mesmo com esse compromisso, a categoria preferiu o candidato do interior de Minas.
A representação dos trabalhadores da Vale no Conselho de Administração é uma conquista da categoria no processo de privatização, ocorrido em 6 de maio de 1997, durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Leonel Ximenes

Iniciou sua história em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De lá para cá, acumula passagens pelas editorias de Polícia, Política, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Também atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 é colunista. É formado em Jornalismo pela Universidade Feedral do Espírito Santo.

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