Policiais militares tentam conter manifestação de sindicalistas: tensão permanente.Crédito: Divulgação
Pesquisa realizada pelo Departamento de Ciências Farmacêuticas do Centro de Ciências da Saúde da Ufes revela: policiais e bombeiros militares morrem, em média, aos 58,6 anos. O estudo, feito a partir da análise de 2.145 atestados de óbitos arquivados na Caixa Beneficente dos Militares do Estado, refere-se a casos registrados no período de 1988 a 2018. A expectativa de vida do brasileiro médio é de 76 anos, segundo o IBGE.
As causas
Também são relatadas as três principais causas de mortes. Em primeiro lugar estão as provocadas por doenças cardiovasculares, em seguida vêm causas externas (como mortes violentas) e, em terceiro, há as ocorrência de cânceres.
Maioria na reserva
O levantamento aponta que a maioria dos casos envolveu militares que já estavam na reserva (70,91% do total ou 1.521 casos). Quanto à graduação dos que morreram, 43,22% eram cabos ou soldados (927); 40,19% subtenentes ou sargentos (862); 12,35% tinham patente de capitão ou tenente (265); e 4,24% eram oficiais superiores (91).
Justificativa
Segundo a pesquisa, policiais e bombeiros militares têm uma menor expectativa de vida quando comparados à população em geral. Isso acontece por estarem expostos ao estresse ocupacional, que acaba favorecendo o desequilíbrio hormonal e o aparecimento de outras alterações, resultando em maior probabilidade de morte em idade produtiva.
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Deu no NYT
O ex-promotor de Justiça Marcelo Zenkner foi citado pelo “New York Times” em reportagem que destaca o esforço da Petrobras para superar a mácula do escândalo do Petrolão. Zenkner integra o Comitê de Medidas Disciplinares, criado recentemente pelo Conselho de Administração da empresa.
De fora
Os dois superintendentes da Caixa no Estado foram substituídos. No lugar de Geraldo Lorencini entrou Dennis Mendes, de Campos, no Rio. E em Vila Velha saiu Margareth Rieiro e retornou Tarcísio Dalvi, que estava em Brasília.
O motivo
Segundo a coluna apurou, a mudança ocorreu em consequência da eleição para a presidência do Sebrae-ES, no final do ano passado. O representante da Caixa votou em José Lino Sepulcri, que acabou perdendo a disputa para Manato, o ungido do governo federal.
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Leonel Ximenes
Iniciou sua história em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De lá para cá, acumula passagens pelas editorias de Polícia, Política, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Também atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 é colunista. É formado em Jornalismo pela Universidade Feedral do Espírito Santo.