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Leonel Ximenes

Os subterrâneos de Guarapari vão ficar agitados nos próximos meses

Trabalhos começarão na primeira semana de junho e devem se prolongar até setembro

Públicado em 

29 mai 2024 às 03:11
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

O robô, fabricado na Alemanha, custa R$ 10 milhões. A Cesan comprou o serviço que opera o equipamento, e não o robô em si
O robô, fabricado na Alemanha, custa R$ 10 milhões. A Cesan comprou o serviço que opera o equipamento, e não o robô em si Crédito: Cesan/Divulgação
Os subterrâneos de Guarapari estarão movimentados nos próximos meses - e não se trata da política da Cidade-Saúde, sempre marcada por muita polêmica. É que um simpático robô da Cesan vai entrar no buraco, literalmente, para ajudar no trabalho de substituição das redes de água do balneário mais famoso do Estado. A operação começa na primeira semana de junho e tem previsão para terminar em setembro.
Cesan vai utilizar o robô e métodos que, segundo a companhia, não são destrutivos para substituição de redes de água. O objetivo é garantir a continuidade do abastecimento e aumentar a oferta de água para residências, comércio e indústria, além de reduzir perdas por causa de vazamentos.
Em Guarapari serão substituídas redes antigas e implantadas novas redes. A iniciativa faz parte de um investimento de R$ 145 milhões da Cesan em novas tecnologias que reduzem os transtornos, como danos graves à pavimentação de vias públicas, e não interrompem o abastecimento de água durante as obras.
Porém, alerta a Cesan, alguns impactos podem ocorrer, como ruídos, tubos armazenados nas calçadas e impactos na mobilidade, entre outras interferências comuns às obras urbanas. A empresa de saneamento colocou o telefone 115 à disposição da população para eventuais reclamações ou sugestões.
O robô, fabricado na Alemanha, custa R$ 10 milhões. A Cesan comprou o serviço que opera o equipamento, e não o robô em si. O contrato do serviço custa R$ 145 milhões à companhia, a cada período de 12 meses. 

Leonel Ximenes

Iniciou sua história em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De lá para cá, acumula passagens pelas editorias de Polícia, Política, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Também atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 é colunista. É formado em Jornalismo pela Universidade Feedral do Espírito Santo.

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