A confirmação oficial chegou às 18h50 (horário de Brasília) desta segunda-feira (22): segundo a Universidade Johns Hopkins, os
EUA atingiram a triste marca de 500 mil mortes pela epidemia do novo coronavírus. O número é superior ao número de mortes de americanos na Segunda Guerra Mundial (405.399) e na Guerra do Vietnã (58.300) juntas: total de 463.699.
Líder mundial nas estatísticas, os EUA têm mais de 24 milhões de casos de
Covid. O Brasil tem 10.168.174 contaminados e 246.504 óbitos pela doença. Os EUA têm 329,2 milhões de habitantes, enquanto o Brasil tem em torno de 212 milhões.
De acordo com os números da agência AP, ao atingir 500 mil, o número de mortos por Covid-19 desde o início da pandemia nos EUA já supera o de pessoas que morreram no país em 2019 de doenças respiratórias crônicas, acidente vascular cerebral, doença de Alzheimer, gripe e pneumonia combinados.
Apesar da tragédia americana, a vacinação começa a avançar no país, estimulada pelo presidente democrata Joe Biden, que assumiu o governo há pouco mais de um mês. Segundo o jornal New York Times, mais de 61 milhões de pessoas foram vacinadas no país, cerca de 13% da população elegível para ser imunizada. Com isso, o país registrou queda de 44% na média móvel de novos casos e de 35% na média de mortes. O antecessor de Biden, o republicano Donald Trump, foi acusado de não ter sido eficiente no combate à pandemia no seu país.
O Brasil, por sua vez, aplicou apenas 6.950,802 doses, aproximadamente 2,8% da população. E em algumas capitais, a vacinação está sendo interrompida por falta de imunizantes.