Um jogo para ficar para sempre na memória. Certamente esse era o pensamento de Ana Cláudia Bolzan, capixaba natural de
Mantenópolis, na Região Noroeste do Espírito Santo, que fez sua estreia nesta quinta-feira (1), nas
Olimpíadas de Paris.
“A sensação é incrível. Uma olimpíada é o ponto forte da vida de um atleta e é um momento indescritível. Que bom que eu conseguir fazer um bom trabalho, porque é a primeira vez (Jogos Olímpicos) e a minha vida é isso. Tinha nervosismo, mas estou extremamente feliz pela oportunidade”, disse em entrevista exclusiva à coluna na zona mista após o fim da partida.
O resultado negativo complica a vida do Brasil em relação a sua ambição de passar para a próxima fase. Ciente disso, a capixaba destacou os erros contra a Holanda e ressaltou o que precisa ser corrigido.
“A gente sabia que o ponto forte da Holanda é o contra-ataque, a corrida… a gente pecou um pouco no retorno. Uma questão mais física de estar com o time pronto para retornar. Coisa que a gente não vai poder sofrer no próximo jogo que é o jogo da nossa vida, o jogo da nossa classificação. A gente tem estudado elas (Angola). Sabemos que é um time forte de embate físico, mas de nada vale se a gente não fizer um bom jogo”, pontuou.
Brasil e Angola se enfrentam no próximo sábado (3), às 9h (horário de Brasília).