O vôlei de praia brasileiro chega às
Olimpíadas de Paris cercado de expectativa após passar em branco nos Jogos Olímpicos de Tóquio, o que nunca tinha acontecido desde 1996, quando o esporte passou a integrar o calendário de forma definitiva, em Atlanta.
“Tem 11 anos que eu jogo vôlei de praia. Nos 11 anos sempre que eu visto a camisa do Brasil há uma pressão. E isso eu sendo favorito ou não, porque o Brasil é sempre favorito nesse esporte porque é muito vitorioso. E tem esse histórico agora da última olimpíada que realmente não teve a medalha… Mas ninguém quer mais essa medalha do que a gente. Independente se tem essa pressão, se realmente todo mundo espera uma medalha. A gente espera uma medalha. A gente veio aqui e quer uma medalha. O Brasil no vôlei de praia é sempre um dos favoritos, sempre tem uma pressão”
Com uma parceria de quase cinco anos, a maturidade da dupla é um trunfo na corrida por medalha. O próprio jogo de estreia revela isso em sua dinâmica. Um primeiro set muito duro, em que a vitória foi decidida nos detalhes, mas um segundo set com um grau de dificuldade menor por que àquela altura, a dupla já tinha entendido o jogo e ajustado a estratégia. Algo que um entrosamento consolidado é capaz de proporcionar.
“Faz diferença você saber lidar com seu parceiro. Você estar ali com alguém que já passou por coisas ruins, por coisas boas. Então a gente tem esse conjunto e acho que vamos colher os frutos disso tudo aqui”, afirmou George.
André e George retornam à quadra na próxima terça-feira (30), às 7h, para enfrentarem os cubanos Alayo e Diaz.