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Inesquecível

Messi e Argentina consagrados na Copa do Mundo do Catar em dia histórico

A maior final das histórias das Copas presenteou a Argentina eficiente em campo, a torcida que deu show nas arquibancadas e Lionel Messi, o maior jogador de sua geração

Publicado em 18 de Dezembro de 2022 às 18:06

Públicado em 

18 dez 2022 às 18:06
Filipe Souza

Colunista

Filipe Souza

Messi levanta a taça da Copa do Mundo
Messi levanta a taça da Copa do Mundo Crédito: Vitor Jubini
A cereja do bolo da carreira de Lionel Messi chegou. O argentino já tinha no currículo: sete títulos de melhor do mundo, foi quatro vezes campeão da Liga dos Campeões da Europa, campeão nos Jogos Olímpicos e campeão da Copa América. Mas é claro que faltava alguma coisa, bastou ver sua reação ao ver a taça de perto. Não falta mais. Messi é campeão do mundo com a Argentina e seu patamar se eleva no futebol mundial.  
Neste domingo (18), o Lusail Stadium foi o palco da maior final da história das Copas do Mundo. Um jogo em que dois grandes craques não fugiram do papel de protagonistas, com reviravoltas eletrizantes, e que foi decidido no detalhe. Se Messi, finalmente conquistou o título, Mbappé anotou um hat-trick em uma final de Copa, repetiu o feito de Ronaldo Fenômeno em 2002 ao marcar oito gols em uma edição da competição, e de quebra, aos 23 anos alcançou a marca de 12 gols em mundiais. Faltam apenas cinco para ele ultrapassar o alemão Miroslav Klose, maior artilheiro da história das Copas com 16 gols. 
A grande final, que aconteceu pela primeira vez no mundo árabe, está cercada de elementos significativos. O altíssimo nível de futebol apresentado na decisão foi algo surreal. Quando a partida parecia definida, um craque tirava um coelho da cartola e reescrevia a história do jogo, que realmente só poderia ser decidido nas penalidades. 
A Argentina chega à "La Tercera" com muitos méritos. Após um início em que chegou a flertar com a eliminação, o time conseguiu se reinventar e ganhar corpo na competição. A cada jogo, a seleção albiceleste melhorava sua atuação. E o responsável por isso foi Lionel Scaloni, que apresentou variação tática, diferentes formações a adaptações para cada adversário. Assim como grandes craques, técnicos ganham jogos. A Argentina é mais uma prova disso.  
O aguerrido elenco argentino jogou por Messi, mas também há de ser valorizado. Álvarez fez uma grande Copa, Di Maria foi um monstro enquanto teve condições físicas na grande final. O goleiro Martínez, eleito o melhor arqueiro do Mundial, é um dos nomes da conquista argentina. Se agigantou na prorrogação e na disputa de pênaltis. 
E Messi? O que dizer de Messi? Posso apenas agradecer por ter visto de perto um dos maiores do esporte. Sem dúvida o melhor jogador de sua geração, La Pulga agora entrará em outra discussão: em qual patamar vai se encontrar na história do futebol. Sem dúvida já está entre os maiores. Um gênio, que foi coroado com o título que lhe faltava. Quebom ver o futebol de Messi.

Filipe Souza

Jornalista da Rede Gazeta desde novembro de 2010, já atuou na CBN Vitória e como editor no site e de Esportes, na edição impressa. Desde 2019, mantém o cargo de editor de Esportes, agora do site A Gazeta, onde é também colunista. Antes trabalhou na Rádio Espírito Santo. É formado em Jornalismo pela Estácio de Sá.

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