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Prêmio Colibri completa 35 anos de conquistas

A contribuição do Colibri para o mercado é inegável. Como tudo muda e se renova, ele tem procurado acompanhar as novas demandas mercadológicas e criativas

Publicado em 18 de Novembro de 2022 às 02:00

Públicado em 

18 nov 2022 às 02:00
Fernando Manhães

Colunista

Fernando Manhães

Takaschi no Prêmio Colibri
Homenagem aos fundadores da agência mais antiga em atividade no Estado, a Tema Propaganda, dos irmãos Takaschi e Massaru Sugui (in memorian), foi destaque no prêmio Crédito: Divulgação
O Prêmio Colibri chegou aos seus 35 anos de idade. Na semana passada foi realizada a festa de premiação aos vencedores, relativa à produção das agências em 2021. O mais antigo e ininterrupto prêmio da publicidade regional brasileira teve, além da festa, um dia inteiro com conteúdos profissionais e significativos da atividade publicitária.
O Prêmio Colibri é promovido anualmente pelo Sindicato das Agências de Propaganda do Estado do Espírito Santo (Sinapro-ES) e premia as agências capixabas e seus profissionais que cotidianamente criam e produzem peças e ações publicitárias, invadindo os diversos meios de comunicação, nas ruas, nos carros e nos nossos lares.
O Colibri deste ano também resgatou a estatueta no formato original, dando mais leveza e simplicidade ao prêmio. Outro destaque foi a homenagem aos fundadores da agência mais antiga em atividade no Estado, a Tema Propaganda, dos irmãos Takaschi e Massaru Sugui (in memorian), recebendo a medalha de mérito da comunicação Cacau Monjardim, que também nos deixou neste ano, reconhecido como uma das pessoas mais importantes de toda a história do prêmio, pois partiu dele a ideia da criação do Prêmio Colibri. Ainda no campo das homenagens, a publicitária Mônica Debanné recebeu como reconhecimento do mercado, o Prêmio Ícones da Publicidade. Prêmio esse que será reeditado a cada 5 anos.
Por fim, não menos importante, o Colibri segue na busca de sua renovação e atratividade com o prêmio para os estudantes de comunicação, fazendo com que não só se voltem para a vivência profissional do mercado, como também à própria academia, que muitas vezes está desconectada do pragmatismo do mercado. Neste ano, o troféu de ouro foi para a dupla Loren Nunes e Kézia Castro, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).
A contribuição do Colibri para o mercado é inegável. Como tudo muda e se renova, ele tem procurado acompanhar as novas demandas mercadológicas e criativas. É preciso seguir em frente. Atualizar as categorias com exigências cada vez mais digitais. Envolver mais as escolas de comunicação, premiando também professores orientadores, atrair o anunciante no processo criativo do Prêmio e buscar o envolvimento do governo do Estado do Espírito Santo como patrocinador principal do prêmio, como já foi no passado e nunca deveria ter deixado ser.

Fernando Manhães

É publicitário e escreve sobre suas experiência em Portugal, com foco em consumo e sustentabilidade.

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