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Transição de marca

Móveis Conquista de Vila Velha muda de nome e vira Artenza

Com showroom de 2.600 m² em Itaparica, empresa reformula marca para focar em ambientes integrados

Publicado em 22 de Maio de 2026 às 19:18

Públicado em 

22 mai 2026 às 19:18
Yasmin Spiegel

Colunista

Yasmin Spiegel

A unidade da Artenza em Vila Velha opera em um imóvel de cerca de 2.600 metros quadrados de área de exposição, distribuídos em três andares
A unidade da Artenza em Vila Velha opera em um imóvel de cerca de 2.600 metros quadrados de área de exposição, distribuídos em três andares Artenza/Divulgação

A Móveis Conquista de Vila Velha, controlada pela família Smarçaro, anunciou sua transição de marca e passa a operar sob o nome Artenza. O reposicionamento visa alinhar a operação capixaba às novas demandas de consumo do mercado imobiliário e de decoração, focando na oferta de espaços integrados e ambientações completas, além da venda de peças avulsas.


O movimento acompanha uma transformação estrutural no comportamento do consumidor de médio e alto padrão no Espírito Santo, que passou a demandar projetos de interiores mais complexos e funcionais no pós-pandemia. A mudança de bandeira foi oficializada ao mercado em evento realizado na loja nesta quinta-feira (21).

Jocenil Smarçaro: "A Artenza nasce respeitando toda a trajetória que construímos até aqui"
Jocenil Smarçaro: "A Artenza nasce respeitando toda a trajetória que construímos até aqui" Artenza/Divulgação

A unidade da Artenza em Vila Velha opera em um imóvel de cerca de 2.600 metros quadrados de área de exposição, distribuídos em três andares. O espaço é considerado um dos maiores mostruários do setor de mobiliário no estado, abrigando um portfólio de mais de 1.500 itens que contemplam sofás, mesas de jantar, peças decorativas e mobiliário voltado para áreas internas e externas, como varandas gourmet.


“A Artenza nasce respeitando toda a trajetória que construímos até aqui, mas também observando uma nova forma de morar e de se conectar com os ambientes. Hoje, as pessoas não buscam apenas mobiliário: elas querem espaços que traduzam personalidade, tragam conforto, acolhimento e façam sentido dentro da rotina e da história de cada família”, destaca o empresário Jocenil Smarçaro, que está à frente da nova marca.

Oportunidades

CAU abre temporada de premiações em nível nacional e estadual

O Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) vem ampliando iniciativas voltadas à valorização da produção acadêmica e dos saberes tradicionais ligados à arquitetura. 


Em âmbito nacional, o CAU/BR lançou o Concurso Arquitetura Indígena e Amazônia Legal, que vai selecionar e premiar projetos técnicos e artigos acadêmicos voltados à valorização dos conhecimentos dos povos originários, com foco na Amazônia Legal. A iniciativa contempla propostas de arquitetura indígena em abordagens tradicionais, contemporâneas ou híbridas, além de pesquisas e estudos científicos sobre o tema. Mais informações estão disponíveis no edital


Já no Espírito Santo, o CAU/ES abriu as inscrições para a terceira edição da Premiação Acadêmica de Arquitetura e Urbanismo, que reconhece trabalhos de conclusão de curso, práticas pedagógicas inovadoras e produções científicas de arquitetos e urbanistas do Estado. As inscrições seguem até 31 de agosto de 2026, e os vencedores receberão premiações em dinheiro. As inscrições podem ser feitas aqui


Na categoria TCC, o primeiro lugar geral receberá R$1.500, o segundo lugar R$1.000 e o terceiro lugar R$500. Na categoria Prática Pedagógica Inovadora, o primeiro lugar será premiado com R$1.000. Já o Prêmio Arquiteto Pesquisador concederá R$1.000 ao profissional com maior pontuação em publicações acadêmicas entre os inscritos.

Portobello amplia portfólio da Portobello Kitchen and Bath, marca de metais da empresa

Duchas fazem parte da nova coleção da Portobello Shop
Duchas fazem parte da nova coleção da Portobello Shop Créditos: Divulgação

A Portobello Shop amplia o portfólio de metais da marca Portobello Kitchen and Bath. Com um portfólio que já reunia cerca de 40 itens, entre monocomandos, chuveiros e acessórios para banheiros e cozinhas, a marca passa a incorporar 16 lançamentos, ampliando as possibilidades de composição e uso.

Entre os novos lançamentos, estão o acabamento para chuveiro Arco, ducha higiênica com registro Arco, ducha higiênica com registro Unna, acabamento para chuveiro Unna, braço para chuveiro de teto Torrente e acabamento para válvula de descarga.

Análise

Como “O Diabo Veste Prada 2” se relaciona com a curadoria na arquitetura contemporânea? Arquiteta explica

O retorno de “O Diabo Veste Prada” nas telonas colocou novamente a estética sofisticada no centro das conversas. Mas, para além da moda e dos figurinos marcantes, o sucesso do filme também trouxe à tona um conceito que vem ganhando cada vez mais força dentro da arquitetura contemporânea: a curadoria.


Quem defende essa tese é a arquiteta Priscila Maciel, que acredita que o filme ajuda a traduzir um comportamento que já aparece com força nos projetos de interiores. “As pessoas estão mais interessadas em ambientes com identidade do que em espaços montados apenas para seguir tendências. A curadoria entra justamente nesse lugar da escolha consciente”, afirma.


Segundo Priscila, a curadoria vai muito além da seleção de móveis ou objetos decorativos. Ela envolve leitura de estilo de vida, sensações, proporção, iluminação e coerência visual. “Não é sobre quantidade ou excesso. Muitas vezes, a sofisticação está no que foi retirado e não no que foi acrescentado ao ambiente”.


A arquiteta observa que o acesso constante a referências nas redes sociais também mudou a forma como os clientes enxergam seus próprios espaços. Hoje, existe uma busca maior por projetos mais autorais e menos replicáveis. 


“As pessoas já entendem quando um ambiente foi pensado de verdade e quando ele apenas reproduz uma tendência momentânea", assegura.


Na avaliação de Priscila, esse movimento conversa diretamente com o universo apresentado em “O Diabo Veste Prada 2”, onde cada escolha visual carrega intenção e posicionamento. “Tudo comunica. Na arquitetura acontece exatamente a mesma coisa. Os materiais, as cores, os vazios e até a iluminação ajudam a construir uma narrativa", destaca.


Outro ponto que ganha força dentro desse cenário é o chamado luxo silencioso, marcado por ambientes mais atemporais, elegantes e sensoriais. Para a arquiteta, a curadoria se tornou uma ferramenta essencial justamente porque ajuda a criar espaços mais duradouros e conectados à personalidade de cada cliente.


“Hoje, um projeto sofisticado não é o que tem mais informação. É o que consegue transmitir identidade sem exageros”, conclui.

Em São Paulo, marcas têm apostado em arquitetura imersiva para criar experiências de consumo

A flagship da Portobello Shop conta com quatro andares
A flagship da Portobello Shop conta com quatro andares Créditos: Divulgação

O varejo físico está em mais um momento de transformação: agora, lojas buscam se tornar, para além de um ponto de venda, espaços de convivência que visam criar experiências de consumo. Assim, materiais, iluminação, paisagismo, circulação, ambientação e hospitalidade são hoje elementos pensados para esses espaços.

Em São Paulo, dois projetos recém-inaugurados ajudam a traduzir esse movimento: a flagship da Portobello Shop, assinada por Isay Weinfeld, e a Casa Francis, concebida por Marcelo Rosenbaum.

Com 2.000 m² distribuídos em quatro andares, a flagship da Portobello Shop foi concebida para funcionar como um hub de relacionamento, conteúdo e troca entre arquitetos, designers, parceiros e consumidores finais. Ambientes moduláveis, áreas dedicadas a eventos, espaços de permanência e um café integrado fazem parte do projeto.

A mesma lógica de imersão aparece na Casa Francis, loja-conceito criada para marcar a entrada da marca no universo da perfumaria fina. Com projeto assinado por Marcelo Rosenbaum, a casa de 388 m² distribuídos em três andares propõe uma experiência multissensorial, com um jardim de inverno com flores que representam as fragrâncias da nova linha da marca. 

Ao longo da loja, esculturas botânicas interativas desenvolvidas pelo Estúdio Manus liberam fragrâncias ao toque, enquanto instalações olfativas e elementos cenográficos criam uma narrativa imersiva sobre a origem e a construção dos perfumes. No último andar, uma sala de estar convida o visitante a desacelerar, ouvir música, experimentar produtos e degustar macarons inspirados nas fragrâncias da coleção.

Leia Mais Sobre o Caso 

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