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Inovação

Startup do ES desenvolve com gigante do petróleo pulseira inteligente

A Dersalis, a anglo-holandesa Shell e o Senai fazem parte de um projeto que usa a inteligência artificial para identificar situações de risco entre profissionais do setor de petróleo, gás e energia

Publicado em 04 de Julho de 2021 às 02:00

Públicado em 

04 jul 2021 às 02:00
Beatriz Seixas

Colunista

Beatriz Seixas

Profissional da Shell Brasil em atividade no setor de petróleo e gás
Profissional da Shell Brasil em atividade no setor de petróleo e gás Crédito: Shell Brasil/Divulgação
A startup capixaba Dersalis, a Shell Brasil e o Senai estão desenvolvendo um projeto que usa a inteligência artificial para identificar antecipadamente eventos de riscos humanos em ambientes do setor de petróleo, gás e energia.
Juntas, as organizações estão criando uma pulseira inteligente que será usada por profissionais da multinacional anglo-holandesa de modo a monitorar o estado de vigília e o bem-estar dos funcionários para garantir a segurança dos próprios trabalhadores e das operações.
Iniciado em maio, com previsão de encerramento em agosto deste ano, o projeto faz parte do programa de Pesquisa e Desenvolvimento da Shell Brasil.
Pulseira inteligente desenvolvida pela startup capixaba Dersalis, pela Shell Brasil e pelo Senai
Pulseira inteligente desenvolvida pela startup capixaba Dersalis, pela Shell Brasil e pelo Senai Crédito: Shell Brasil/Divulgação
O objetivo é compreender melhor a fadiga e os riscos de queda durante a jornada de trabalho. O projeto, ainda em andamento, está coletando e processando dados biométricos de funcionários na fábrica de lubrificantes da Shell no Rio de Janeiro.
Como escopo do projeto, a pulseira inteligente foi programada a interagir por meio de alertas diretamente com o colaborador, mesmo em ambiente sem conectividade, sendo uma solução tecnológica que auxilia no desempenho das atividades laborais de maneira segura, agindo com previsibilidade ao informar estágios gradativos de cansaço, além de indicar movimentos bruscos sugestivos de queda para evitar acidentes de trabalho.
Segundo a Shell, os testes ocorrem apenas durante a jornada de trabalho e a ferramenta utilizada garante a confidencialidade dos dados dos usuários. 

Beatriz Seixas

Jornalista de A Gazeta, há mais de 10 anos acompanha a cobertura de Economia. É colunista desde 2018 e traz neste espaço informações e análises sobre a cena econômica

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