Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Porcelanas

Oxford vai ampliar produção e investir R$ 43 milhões em fábrica no ES

Otimista com o ano de 2021, a empresa planeja iniciar operação da nova estrutura em julho e espera mais que dobrar sua produção de porcelanas na unidade de São Mateus

Públicado em 

31 mar 2021 às 02:00
Beatriz Seixas

Colunista

Beatriz Seixas

Fábrica da Oxford em São Mateus: produção de louças passará de 16 milhões para 38 milhões de peças ao ano
Fábrica da Oxford em São Mateus: produção de louças passará de 16 milhões para 38 milhões de peças ao ano Crédito: Oxford/Divulgação
Otimista com o ano de 2021, a Oxford - que tem fábricas no Espírito Santo e em Santa Catarina - espera ver suas vendas crescerem 14% neste ano. Para atender ao aumento da demanda, a companhia aposta na ampliação da sua capacidade fabril, no lançamento de 250 produtos, na entrada no segmento de panelas de aço e em investimentos totais que superam R$ 50 milhões. 
Somente para a unidade capixaba, a companhia vai investir neste ano cerca de R$ 43 milhões na expansão da planta de São Mateus. O projeto foi orçado em R$ 62 milhões, mas 30% dos recursos já foram aplicados na construção, ou seja, os 70% restantes vão ser realizados ao longo dos próximos meses. 
Com as obras, a unidade será ampliada dos atuais 15 mil metros quadrados de área construída para 40 mil m², o que vai permitir mais que dobrar a produção de louças, passando de 16 milhões para 38 milhões de peças ao ano.
A expansão da planta industrial - que tem a operação da nova fase programada para julho - vai criar mais 470 postos de trabalho, fazendo com que a unidade do Norte do Espírito Santo empregue 1.000 funcionários. A empresa catarinense opera em São Mateus desde julho de 2016. 
Já para as plantas de São Bento do Sul e Pomerode, ambas em Santa Catarina, serão investidos R$ 10 milhões em tecnologias, processos e melhorias de ambiente das unidades.
Oxford vai lançar 250 produtos entre panelas de aço e porcelanas de mesa
Oxford vai lançar 250 produtos entre panelas de aço e porcelanas de mesa Crédito: Rafael Ribeiro/Oxford Divulgação

MAIS PEÇAS E FATURAMENTO MAIOR EM 2021

A projeção de crescimento para este ano, de 14%, é bem similar à registrada pelo grupo em 2020, quando a alta nas vendas foi de 15% e o faturamento chegou a R$ 477 milhões.
A empresa afirma que mesmo em meio ao cenário de pandemia "a Oxford conseguiu superar as dificuldades iniciais e viu o mercado reagir de forma bastante positiva", com a forte procura por porcelanas de mesa, cristais e acessórios para cozinha. 
De acordo com a companhia, no ano passado, foram fabricadas 72 milhões de peças de louças e cristais nas três unidades da Oxford. Em 2021, o previsto é produzir 85 milhões de itens.
Para o diretor-superintendente da Oxford, Irineu Weihermann, a oferta maior de produtos ao mercado e a nova necessidade dos consumidores em investir no lar e na qualidade de vida se transformaram em negócios promissores.
Ele adianta que as novidades que passam a entrar no mercado a partir deste mês incluem novos formatos, materiais e decorações e acrescenta que os lançamentos ampliam o portfólio das marcas do grupo: Oxford, Biona e Strauss.

Beatriz Seixas

Jornalista de A Gazeta, há mais de 10 anos acompanha a cobertura de Economia. É colunista desde 2018 e traz neste espaço informações e análises sobre a cena econômica

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
O país da Europa que promete milhares de empregos a brasileiros e vistos que saem em 2 semanas
Imagem de destaque
Nó do pacto federativo: o subfinanciamento das médias e grandes cidades
Imagem de destaque
O Brasil que não para de dever, e a conta que todo mundo paga

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados