Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Para 2024

Na esteira de outros estados, governo do ES decide aumentar o ICMS

Distribuição da receita entre os estados depois da reforma tributária se dará a partir da média da arrecadação de ICMS dos próximos quatro anos. De olho nisso, governos estão aumentando o imposto agora

Publicado em 21 de Novembro de 2023 às 09:41

Públicado em 

21 nov 2023 às 09:41
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho Abdo Filho
Impostos
Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrada no Estado vai passar de 17% para 19,5% Crédito: Freepik
O governo do Espírito Santo decidiu aumentar a alíquota padrão do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrada no Estado de 17% para 19,5%. Um projeto de lei deve ser enviado nos próximos dias para a Assembleia Legislativa. Para valer em 2024, que é o objetivo do Executivo, as novas regras precisam ser aprovadas ainda em 2023 pelo Legislativo.
O governo capixaba afirma que, diante da elevação do ICMS em outros entes, se viu obrigado a fazer o mesmo, já que, pela reforma tributária, a fatia do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) que caberá a cada Estado dependerá da arrecadação de ICMS dos próximos quatro anos (2024-2028). Portanto, quem levar mais agora arrecadará mais lá na frente, no pós-2029, também. Essa sistemática trouxe à baila esta irracional corrida de aumentos de ICMS pelo país.
“A questão é que estamos sendo forçados, pela reforma tributária, a aumentarmos a alíquota modal. Caso contrário o Estado, durante o período de transição, pode perder R$ 20 bilhões, além das perdas com a própria sistemática da mudança da tributação da origem para o destino”, explicou o secretário da Fazenda do Espírito Santo, Benício Costa.
Os primeiros a elevarem as alíquotas modais foram os estados de Norte e Nordeste. Diante da situação, os governos das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste resolveram elevar, juntos, os seus impostos também. O “novo” ICMS deve ficar em 19,5% em todos esses estados do Centro-Sul brasileiro.

Abdo Filho

Abdo Filho Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Professora em sala de aula
Número de professores jovens no país cai 31% em dez anos, aponta pesquisa
Imagem de destaque
Globo confirma 20 nomes do elenco e divulga sinopse de 'Avenida Brasil 2'
Coação, ameaças e humilhação a fim de influenciar o voto configuram assédio eleitoral.
O que é assédio eleitoral no trabalho? Veja exemplos e saiba o que fazer

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados