O juiz aceitou os argumentos dos advogados da Kora sobre o fato de a medida da Unimed ter sido tomada no decorrer do contrato, colocando em risco o equilíbrio econômico-financeiro do acordo. "Não podem ser abstraídos os vultosos investimentos (cerca de R$ 167.567.613,00), revelando-se a medida atentatória ao princípio do equilíbrio econômico-financeiro".
A Unimed Vitória garante que todas as medidas visam aumento de eficiência (operacional e na entrega do serviço), estão dentro do que é autorizado pela Agência Nacional de Saúde (ANS) e que seguirá com o seu planejamento. Nos próximos dias os advogados da cooperativa buscarão o Judiciário para derrubar a decisão de Maurício Camata.