A coluna conversou com algumas lideranças e a expectativa é de uma solução rápida. "Trata-se de uma pauta política, de um grupo mais radical que não aceita o resultado das eleições, mas que não tem eco na sociedade. Estão isolados. Esperamos que as autoridades cumpram seu papel, façam valer sua autoridade, e liberem as pistas, como já determinou o Supremo", afirmou um dirigente.
Outro empresário grande ouvido pela coluna disse que o posicionamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT) é bastante representativo. "A entidade respeita o direito de manifestação de todo cidadão, entretanto, defende que ele seja exercido sem prejudicar o direito de ir e vir das pessoas. A CNT tem convicção de que as autoridades garantirão a circulação de pessoas e de bens por todo o País com segurança, entendendo que qualquer tipo de bloqueio não contribui para as atividades do setor transportador e, consequentemente, para o desenvolvimento do Brasil", afirma a entidade em nota divulgada nesta segunda.