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Pós-eleições

Bloqueio de caminhoneiros: empresários do ES pedem ação de autoridades

Dirigentes reconhecem direito de manifestação, mas querem que outro direito, o de ir e vir, seja preservado. Por isso, entendem que ordem do STF seja cumprida

Publicado em 01 de Novembro de 2022 às 16:36

Públicado em 

01 nov 2022 às 16:36
Abdo Filho

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Abdo Filho

Protesto de caminhoneiros no km 174 da BR-101, em Aracruz
Protesto de caminhoneiros no km 174 da BR-101, em Aracruz Crédito: Twitter PRF-ES | @PRF191ES
Os bloqueios realizados em todo o Brasil desde o final da manhã de segunda-feira (31) por caminhoneiros que apoiam o presidente Jair Bolsonaro, apesar de ainda não causarem um apagão de insumos no Espírito Santo, já causam incômodo entre os empresários. A expectativa deles é que as autoridades cumpram, o quanto antes, o que determinou o Supremo Tribunal Federal e liberem as rodovias.
A coluna conversou com algumas lideranças e a expectativa é de uma solução rápida. "Trata-se de uma pauta política, de um grupo mais radical que não aceita o resultado das eleições, mas que não tem eco na sociedade. Estão isolados. Esperamos que as autoridades cumpram seu papel, façam valer sua autoridade, e liberem as pistas, como já determinou o Supremo", afirmou um dirigente.
Outro empresário grande ouvido pela coluna disse que o posicionamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT) é bastante representativo. "A entidade respeita o direito de manifestação de todo cidadão, entretanto, defende que ele seja exercido sem prejudicar o direito de ir e vir das pessoas. A CNT tem convicção de que as autoridades garantirão a circulação de pessoas e de bens por todo o País com segurança, entendendo que qualquer tipo de bloqueio não contribui para as atividades do setor transportador e, consequentemente, para o desenvolvimento do Brasil", afirma a entidade em nota divulgada nesta segunda.
Vários trechos de estradas capixabas são bloqueados e desbloqueados a todo momento. Em nota divulgada nesta terça-feira (01), o governo do Espírito Santo, apesar da ordem do STF, disse que a PM atuará "se necessário".

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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