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Futuro

3ª Ponte: governador tem decisão importante para tomar em 2022

Estado vai ter de definir que modelo adotará para Terceira Ponte e Rodovia do Sol após fim do contrato com a concessionária Rodosol

Publicado em 15 de Maio de 2022 às 16:00

Públicado em 

15 mai 2022 às 16:00
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho

Terceira Ponte
Terceira Ponte é a principal via de ligação entre Vila Velha e Vitória Crédito: Ricardo Medeiros
Em 21 de dezembro de 2023 termina o contrato de concessão da Terceira Ponte e da Rodovia do Sol (trecho Vila Velha - Guarapari) com a Rodosol. O governador Renato Casagrande vai precisar decidir, pelo menos até o final de novembro, o que vai fazer com a ponte mais famosa do Espírito Santo e com a única rodovia estadual duplicada por um longo trecho.
Final de novembro (aliás, logo depois do fim do processo eleitoral) é tido como limite porque os técnicos acreditam que um ano é o tempo necessário para fazer todo o processo licitatório. Se é que haverá processo, já que o governador pode definir por deixar o trecho sob os cuidados do DER (Departamento de Edificações e Rodovias do Estado), decisão que, hoje, ninguém aposta que ele tomará. A manutenção do modelo atual, com pedágio, é uma possibilidade que não deve ser descartada, mas não conta com muita simpatia.
Uma terceira opção, a contratação de uma empresa, remunerada pelo governo, para a manutenção de todo o trecho por um perído longo (20 anos, por exemplo), ganha força. Neste caso, não haveria pedágio, mas haveria uma empresa ou consórcio responsável, que será cobrado por eventuais falhas. O modelo já é usado na Europa em trechos que não têm tanta atratividade. Os ganhos da empresa se dariam pela eficiência, já que o governo, menos eficiente, ofertará o que gastaria com a manutenção do trecho ao longo do período de contrato.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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