Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Witzel reitera inocência e diz que respeita decisão do STJ sobre afastamento
Fora por 180 dias

Witzel reitera inocência e diz que respeita decisão do STJ sobre afastamento

O político desejou ao governador interino, Cláudio Castro (PSC), seu vice, 'serenidade para conduzir os trabalhos que iniciamos juntos'

Publicado em 02 de Setembro de 2020 às 19:37

Redação de A Gazeta

Publicado em 

02 set 2020 às 19:37
Pronunciamento do Governador Wilson Witzel
Pronunciamento do Governador Wilson Witzel Crédito: Carlos Magno
Wilson Witzel (PSC) afirmou que respeita a decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que confirmou sue afastamento do Governo do Rio de Janeiro por seis meses nesta quarta-feira (2), mas reiterou que "jamais cometi atos ilícitos".
"Respeito a decisão do Superior Tribunal de Justiça. Compreendo a conduta dos magistrados diante da gravidade dos fatos apresentados. Mas, reafirmo que jamais cometi atos ilícitos", escreveu Witzel em rede social.
"Não recebi qualquer valor desviado dos cofres públicos, o que foi comprovado na busca e apreensão. Continuarei trabalhando na minha defesa para demonstrar a verdade e tenho plena confiança em um julgamento justo", acrescentou.
Witzel desejou ao governador interino, Cláudio Castro (PSC), seu vice, "serenidade para conduzir os trabalhos que iniciamos juntos e que possibilitaram devolver ao povo fluminense a segurança nas ruas e, com isso, a esperança em um futuro melhor".
Na última sexta-feira (28), Gonçalves retirou o chefe do Executivo fluminense do cargo.
A corte especial do STJ é composta pelos 15 magistrados mais antigos do tribunal --o afastamento de Witzel dependia de maioria qualificada (dois terços).
Com a decisão, Castro, que também é investigado e tem se aproximado da família do presidente Jair Bolsonaro, inimiga de Witzel, seguirá no comando do Rio de Janeiro.
O despacho da sexta atendeu a pedido da PGR, que denunciou Witzel e outras oito pessoas, incluindo a primeira-dama Helena Witzel. A Procuradoria também havia pedido a prisão do governador, mas Gonçalves negou.
O recebimento da denúncia e a abertura de ação penal ainda não têm data para serem discutidas.
A PGR acusa Witzel de ter recebido R$ 554,2 mil em propina por intermédio do escritório de sua mulher.
Do montante, R$ 274,2 mil teriam sido repassados pelo empresário Mário Peixoto, que tem contratos com o Executivo do Rio de Janeiro.
Os outros R$ 280 mil, segundo a Procuradoria, foram pagos pelo Hospital Jardim Amália, que pertence à família de Gothardo Lopes Netto, médico e ex-prefeito de Volta Redonda.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Acidente de moto na BR 262 em Irupi
Motociclista morre ao cair em valeta na BR 262, no Caparaó no ES
Convenção Nacional do PT (Partido dos Trabalhadores) que oficializa a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição para a Presidência da República, em São Paulo (SP)
Lula se lança à reeleição e diz que não quer ser presidente do Bolsa Família
Imagem de destaque
Torta de manteiga escocesa: aprenda a fazer o doce do desenho "Pica-Pau"

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados