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Vídeo: bola de fogo cruza o céu de SP e é visto de regiões do Brasil

De acordo com rede de observatório, trata-se de rocha espacial luminosa que entrou na atmosfera do planeta na noite de terça-feira (15). Registro foi feito em várias cidades paulistas, entre elas Nhandeara e Indiaporã
Redação de A Gazeta

Publicado em 

16 dez 2020 às 18:46

Publicado em 16 de Dezembro de 2020 às 18:46

Passagem do meteoro fotografada a partir de Primeiro de Maio, Norte do Paraná
Passagem do meteoro fotografada a partir de Primeiro de Maio, Norte do Paraná Crédito: Andre Casagrande
Moradores de cidades do interior de São Paulo e de outras regiões do Brasil se depararam com uma bola de fogo no céu na noite da última terça-feira (15). De acordo com especialistas, o fenômeno aconteceu depois que uma rocha espacial entrou na atmosfera da Terra.
O fenômeno, também chamado de "bólido" pela astronomia, é um meteoro extremamente brilhante que explode na atmosfera. O termo se refere a uma bola de fogo tão brilhante quanto a lua cheia. Na geologia, um bólido é um impactador muito grande.
Segundo informações da Bramon, Rede Brasileira de Observação de Meteoros, a rocha espacial entrou na atmosfera da Terra às 21h35, quando foi capturada pelas câmeras de estações localizadas nas cidades de Nhandeara e Indiaporã, ambas em São Paulo e por outras 5 câmeras em São Paulo e Paraná. Veja o vídeo.
Ainda de acordo com a Bramon, a 280 quilômetros de distância, o fotógrafo e astrônomo amador André Casagrande fez um registro da passagem do meteoro. André estava em Primeiro de Maio, no Norte do Paraná, e no momento em que a bola de fogo passou, ele estava justamente fotografando o céu.
De acordo com Luciana Fontes, integrante da Exoss Citizen Science, que faz o monitoramento de meteoros, não há informações de que o fenômeno pôde ser visto do Espírito Santo.

TRAJETÓRIA

Análises preliminares indicam que a rocha espacial atingiu a atmosfera da Terra num ângulo de 18,6° em relação ao solo, a uma velocidade de 13,52 km/s (34,4 mil km/h). Tornou-se visível a 60,8 km de altitude, próximo à divisa entre Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Seguiu na direção leste por 11,6 segundos, até desaparecer a uma altitude aproximada de 25,3 km a sudoeste do município de Votuporanga, em SP.
A Bramon afirma que, em seu ápice, o meteoro ainda chegou a -9,5 na escala de magnitude, usada na astronomia para medir o brilho dos objetos celestes. O número indica que foi bem luminoso, cerca de 100 vezes mais brilhante que o planeta Vênus. Meteoros mais luminosos que Vênus também são chamados de “fireballs” ou “bolas de fogo”.

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