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Após pedido de SP

Saúde defende que Estados sigam orientação de reservar a 2ª dose

Segundo o ministério, não há evidência científica de que a ampliação do intervalo entre a primeira e segunda dose de vacinas ofereça a proteção necessária para a população

Publicado em 29 de Janeiro de 2021 às 10:44

Agência FolhaPress

Publicado em 

29 jan 2021 às 10:44
As vacinas servem para estimular o sistema imunológico que passa a reconhecer agentes que causam doenças produzindo anticorpos
O governo de São Paulo informou que pretendia solicitar ao ministério o uso de todas as vacinas em estoque Crédito: Freepik
Após pedido do governo paulista para usar todas as vacinas contra a Covid-19 disponíveis para a primeira dose, o Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira (28) que reforça orientações anteriores enviadas aos Estados e municípios para que "cumpram diretrizes para que o país tenha doses suficientes para imunizar com duas doses previstas".
Atualmente, essas diretrizes defendem que secretarias de Saúde reservem 50% das doses da vacina Coronavac para a segunda dose.
Ainda segundo o ministério, não há evidência científica de que a ampliação do intervalo entre a primeira e segunda dose de vacinas ofereça a proteção necessária para a população.
Nesta semana, o governo de São Paulo informou que pretendia solicitar ao ministério o uso de todas as vacinas em estoque para ampliar o universo de pessoas que poderiam receber a primeira dose.
Conforme publicou o jornal Folha de S.Paulo, a questão é debatida no Centro de Contingência da Covid-19, painel de 20 especialistas do governo paulista que lida com a crise. O grupo discute a possibilidade de ampliar o intervalo da segunda dose para além de 28 dias.
Na nota em divulgada nesta quinta (28), o ministério não cita se vai avaliar o pedido, mas reforça orientações já emitidas a Estados e municípios.
É o caso de um ofício enviado em 19 de janeiro que já cita a reserva da segunda dose da Coronavac. "O ministério alertou que é imprescindível que todas as unidades de saúde da federação cumpram as diretrizes para que o país tenha doses suficiente para imunizar, com as duas doses previstas, este primeiro ciclo da campanha de vacinação - e garanta, desta forma, uma imunização eficaz no país."
"É importante ressaltar que as recomendações têm como base os estudos clínicos da fase 3 do imunizante, que indicam que o intervalo entre a primeira e a segunda dose deve ser de duas a quatro semanas. Não há, até o momento, evidências científicas de que a ampliação desse intervalo irá oferecer a proteção necessária à população", completa.
O governo paulista, porém, tem defendido que seja discutido ampliar o prazo de aplicação da segunda dose. "É precisa a manifestação oficial do PNI. Encaminharemos uma consulta formal", disse em entrevista coletiva nesta semana o secretário-executivo da Saúde estadual, Eduardo Ribeiro.
Caso isso não ocorra, haveria a opção de que o Estado implemente a medida sozinho. Questionada pela reportagem sobre a possibilidade de opção diferente nos Estados, o ministério ainda não respondeu.

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