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Ministro do Meio Ambiente

Ricardo Salles é alvo de operação que investiga exportação ilegal de madeira

Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão no Ministério do Meio Ambiente e em endereços do ministro do governo Bolsonaro

Publicado em 19 de Maio de 2021 às 07:49

Redação de A Gazeta

Publicado em 

19 mai 2021 às 07:49
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, durante cerimônia de sansão do projeto de lei (PL 1.095/2019) que aumenta pena para crimes de maus-tratos a animais.
Ricardo Salles é ministro do Meio Ambiente Crédito: Marcelo Camargo/ Agência Brasil
O ministro do Meio AmbienteRicardo Salles, é alvo de operação da Polícia Federal (PF), nesta quarta-feira (19), que realiza busca e apreensão tanto o ministério quanto em endereços do titular da pasta. As investigação são relativas à exportação ilegal de madeira para Estados Unidos e Europa
A PF cumpre 35 mandados de busca no Distrito Federal, São Paulo e Pará, autorizados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação sobre o ministro ser alvo da ação foi publicada primeiro pela coluna Painel, da Folha de S. Paulo. Ao todo, 160 policiais federais participam da operação. 
A Operação Akuanduba, informou a PF, é destinada a apurar crimes contra a administração pública (corrupção, advocacia administrativa, prevaricação e, especialmente, facilitação de contrabando) praticados por agentes públicos e empresários do ramo madeireiro.
Também foi determinado o afastamento preventivo de dez agentes públicos que ocupavam cargos e funções de confiança no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e no Ministério do Meio Ambiente
A decisão também suspende, de forma imediata, a aplicação de um despacho, de fevereiro de 2020, que permitia a exportação de produtos florestais sem a necessidade de emissão de autorizações de exportação, conforme a PF.
"Estima-se que o referido despacho, elaborado a pedido de empresas que tiveram cargas não licenciadas apreendidas nos EUA e Europa, resultou na regularização de mais de 8 mil cargas de madeira exportadas ilegalmente entre os anos de 2019 e 2020", disse a PF, por nota.
As investigações tiveram início em janeiro, a partir de informações "obtidas de autoridades estrangeiras" que noticiavam um "possível desvio de conduta de servidores públicos brasileiros no processo de exportação de madeira".

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