Publicado em 21 de julho de 2022 às 13:34
O padre de origem congolesa Quentin Venceslas Kolela, que atuava na Paróquia São Judas Tadeu, no Tatuapé, zona leste de São Paulo, está desaparecido há 18 dias. O caso foi registrado na polícia pela Congregação dos Agostinianos da Assunção, da qual ele era membro.>
Antes de sumir, ele mandou uma mensagem pelo WhatsApp em que dizia que estava deixando à congregação e indo para outro lugar levando seus pertences.>
Kolela foi visto pela última vez por volta das 11h15 do dia 3 de julho, quando saiu da casa paroquial para almoçar e não retornou, disse a paróquia em uma postagem nas redes sociais no último dia 15.>
Desde então, a paróquia não tem mais informações sobre o paradeiro dele.>
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O padre Luís Gonzaga da Silva, superior geral dos Assuncionistas no Brasil, foi quem registrou o boletim de ocorrência, no Rio de Janeiro, onde é a sede da congregação.>
A reportagem entrou em contato com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, que disse por meio de nota que o caso foi registrado na DDPA (Delegacia de Descoberta de Paradeiros) e encaminhado à Polícia Civil de São Paulo, que dará seguimento às investigações.>
A Secretaria da Segurança Pública paulista disse que não foi localizado ainda registro na Polícia Civil sobre o caso.>
A Arquidiocese de São Paulo afirmou por meio de nota que "está em diálogo com a Congregação, solicitando informações e providências desta junto às autoridades públicas para compreender o que, de fato, ocorreu com o sacerdote".>
Até o momento, a Arquidiocese disse desconhecer as possíveis motivações do desaparecimento de Kolela.>
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