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Mourão acha difícil volta de Witzel ao governo do RJ, e Bolsonaro ironiza afastamento de ex-aliado

O ex-aliado do presidente Jair Bolsonaro foi afastado do posto nesta sexta-feira (28) pelo prazo inicial de 180 dias por autorização do Superior Tribunal de Justiça

Publicado em 28 de Agosto de 2020 às 12:07

Redação de A Gazeta

Publicado em 

28 ago 2020 às 12:07
Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão
O presidente Jair Bolsonaro e o vice-presidente Hamilton Mourão Crédito: Alan Santos/PR
O vice-presidente Hamilton Mourão avaliou que dificilmente o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, voltará a exercer o cargo.
O ex-aliado do presidente Jair Bolsonaro foi afastado do posto nesta sexta-feira (28) pelo prazo inicial de 180 dias por autorização do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
No período, quem assumirá a função será o vice-governador Cláudio Castro, do PSC, que também é alvo da operação da Polícia Federal.
Ao chegar ao Palácio do Planalto, Mourão disse que lamenta que a população fluminense passe pela situação e avaliou que a corrupção "se enraizou no Rio de Janeiro".
"Eu lamento pelo povo do Rio de Janeiro que sofre a ausência de estado", disse. "A gente tem de buscar uma forma para reverter essa situação", acrescentou.
O general da reserva lembrou que Witzel enfrenta um procedimento de impeachment na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e disse acreditar que, diante do afastamento, o processo deve avançar.
"Eu acredito que, ao longo desses próximos seis meses, esse processo de impeachment deve avançar. Acho difícil que ele volte", disse.
Mais cedo, Bolsonaro ironizou o afastamento do governador do Rio de Janeiro, de quem se tornou desafeto.
Na entrada do Palácio da Alvorada, o presidente disse que a situação no Rio de Janeiro "está pegando" e questionou a um apoiador carioca quem está agora no comando do estado.
"O Rio está pegando. Pegou hoje. Está sabendo do Rio hoje? Quem é seu governador?", questionou o presidente ao ser indagado sobre a situação do estado.
O apoiador respondeu ao presidente que o vice-governador deve assumir agora. Na sequência, Bolsonaro comentou: "Está acompanhando".
Segundo a Procuradoria-Geral da República, além de Witzel, são alvos da operação da Polícia Federal busca o vice-governador e o presidente da Assembleia Legislativa, André Ceciliano (PT).
Os policiais também cumpriram mandado de prisão contra o presidente do PSC, Pastor Everaldo, e buscam o ex-secretário estadual Lucas Tristão, braço direito de Witzel.
A operação Tris in Idem ocorre por ordem do ministro Benedito Gonçalves, do STJ. No total, são 17 mandados de prisão, sendo 6 preventivas e 11 temporárias, e 84 de busca e apreensão.
O processo de impeachment de Witzel está travado, com recursos sobre a tramitação sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF).

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