Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Moro diz que Brasil pode fechar mais fronteiras para combater o coronavírus
Coronavírus no Brasil

Moro diz que Brasil pode fechar mais fronteiras para combater o coronavírus

'O que está em avaliação no governo é a possibilidade do fechamento temporário por medidas sanitárias da fronteira com outros países, a semelhança da Venezuela', afirmou o ministro

Publicado em 18 de Março de 2020 às 17:37

Redação de A Gazeta

Publicado em 

18 mar 2020 às 17:37
Ministro da Justiça, Sergio Moro Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Um dia depois de o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciar o fechamento parcial da fronteira do Brasil com a Venezuela em razão da crise do coronavírus, o ministro Sergio Moro (Justiça) disse nesta quarta-feira (18) que o governo pode adotar restrições semelhantes para postos fronteiriços com outras nações vizinhas.
"O que está em avaliação no governo é a possibilidade do fechamento temporário por medidas sanitárias da fronteira com outros países, a semelhança da Venezuela", disse Moro, durante entrevista coletiva com Bolsonaro sobre a resposta do Planalto à emergência sanitária. Ele não citou quais fronteiras poderiam ser afetadas.
O governo decidiu proibir a entrada de cidadãos provenientes da Venezuela na fronteira entre Pacaraima (Roraima) e Santa Elena do Uairén. O argumento é que o país vizinho, comandado pelo ditador Nicolás Maduro, está em situação de colapso do seu sistema de saúde, o que aumenta o risco de entrada no Brasil de pessoas com o novo coronavírus.
O governo já havia manifestado preocupação com a possibilidade de subnotificação de casos da Covid-19 na Venezuela.
O fechamento da fronteira não vale para tráfego de mercadorias, apenas para a entrada de estrangeiros em território brasileiro.
A situação das fronteiras do Brasil com países vizinhos foi discutida nesta quarta em uma videoconferência de Bolsonaro com os presidentes Mario Abdo Benítez (Paraguai) e Luis Lacalle Pou (Uruguai), além do chanceler argentino Felipe Solá. As autoridades dos quatro membros do Mercosul falaram sobre a necessidade de cooperação em cidades de fronteira, que em muitos casos não têm demarcações claras ou controles na separação entre um país ou outro.
Até a fala de Moro, no entanto, o governo brasileiro era reticente a admitir a possibilidade de fechar a passagem em postos fronteiriços além do da Venezuela.
Na coletiva, em que Bolsonaro e todos os ministros participantes vestiram máscaras, Moro também disse ser necessário analisar com cautela a possível liberação de parte da população carcerária.
A recomendação foi feita pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e por uma das câmaras temáticas da PGR (Procuradoria-Geral da República), principalmente em relação àqueles que integram grupos de risco, mais vulneráveis à contaminação, ou que são presos provisórios ou considerados de menor periculosidade.
"Nós temos de proteger a contaminação dentro dos presídios, mas seria uma solução muito simplista simplesmente abrir as portas das prisões, já que isso deixaria vulnerável o restante da população", comentou.
Moro destacou que o governo proibiu visitas nos presídios federais e que vários estados estão adotando a mesma medida totalmente ou de forma parcial.
Acrescentou que uma portaria da pasta, elaborada em conjunto com o Ministério da Saúde, sugere aos estados medidas preventivas para evitar a proliferação do novo coronavírus nas cadeias.
Segundo ele, o governo também atuará no fornecimento de equipamentos e insumos para proteção dos presos.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Tecnologia aproximou distância entre pai internado em Colatina e filha recém-nascida.
Policial internado em UTI conhece filha recém-nascida por videochamada
Energia, luz, conta de energia, gasto energético, lâmpada
Bandeira tarifária das contas de luz segue amarela em julho
Senador Flávio Bolsonaro
PF conclui que Flávio Bolsonaro caluniou Lula ao associá-lo ao tráfico de drogas

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados