Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Justiça solta acusados de participação no massacre de escola em Suzano
São Paulo

Justiça solta acusados de participação no massacre de escola em Suzano

A Justiça considerou que os presos não sabiam que as armas e munições seriam usadas no crime

Publicado em 14 de Fevereiro de 2020 às 17:32

Redação de A Gazeta

Publicado em 

14 fev 2020 às 17:32
O massacre da escola Raul Brasil, em Suzano, na região de metropolitana de São Paulo, aconteceu no dia 13 de março de 2019. Crédito: Rovena Rosa/ Agência Brasil
A Vara Criminal de Suzano decidiu soltar os três homens presos por envolvimento no massacre da escola Raul Brasil, em Suzano, na região de metropolitana de São Paulo, no dia 13 de março de 2019.
Eles estavam detidos na Penitenciária 2 de Tremembé, interior paulista, e foram liberados no fim da tarde de ontem (14). Geraldo de Oliveira Santos, Cristiano Cardias de Souza e Adeilton Pereira dos Santos foram presos suspeitos de fornecerem armas e munições aos assassinos.
A Justiça considerou que os presos não sabiam que as armas e munições seriam usadas no crime.
Segundo a Polícia Civil, as investigações apontaram que Geraldo Oliveira dos Santos, de 41 anos, conhecido como Buiu, vendeu aos assassinos o revólver calibre 38 utilizado no crime. O negócio foi intermediado pelo mecânico Cristiano Cardias de Souza, de 47 anos, conhecido como Cabelo.
Ainda de acordo com a polícia, ele também vendeu as munições calibre 38 utilizadas no ataque. O vigilante particular Adeilton Pereira dos Santos é suspeito de ter intermediado a venda da arma. Um quarto suspeito de participar da venda das armas, Marcio Germano Masson, foi solto pela Justiça em novembro.
Cinco alunos e duas funcionárias da Escola Estadual Raul Brasil foram mortos, após os ex-alunos do colégio, Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25, entrarem armados na escola. Antes, os dois haviam matado o dono de uma loja da cidade. Depois do ataque, ainda dentro da escola, o adolescente matou o mais velho e se suicidou em seguida.
A reportagem da Agência Brasil tentou contato com os advogados dos suspeitos, mas não obteve sucesso.
Com informações Agência Brasil.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Lançamento dos candidatos do PT no ES em 2026
PT no ES: foco total na campanha de Lula; sobre Ricardo, mal se fala
Mulher em ponto de ônibus do Transcol
Mudança de hábitos: medo não pode continuar determinando as escolhas das mulheres
Eleições 2026 - sabatinas
A Gazeta e CBN entrevistam Ricardo Ferraço na sexta (9); Pazolini recusa convite

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados