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"Saída honrosa"

'É um problema que estamos tentando solucionar', diz Bolsonaro sobre Weintraub

Situação de ministro da Educação já era considerada insustentável, mas piorou após Weintraub se reunir no domingo com cerca de 15 manifestantes

Publicado em 15 de Junho de 2020 às 19:34

Redação de A Gazeta

Publicado em 

15 jun 2020 às 19:34
Abraham Weintraub, ministro da Educação
Abraham Weintraub, ministro da Educação Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (15) que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, não foi "muito prudente" nem deu "um bom recado" ao ter participado neste domingo (14) de uma manifestação em Brasília a favor do governo e contra o Supremo Tribunal Federal (STF). Em entrevista à Band News, o presidente disse que o ministro não estava representando o governo federal ao ter comparecido ao protesto e que a sua presença criou "mais um problema" que ele tem buscado contornar.
"Eu acho que ele não foi muito prudente em participar da manifestação, apesar de não ter falado nada demais ali. Mas não foi um bom recado. Por quê? Porque ele não estava representando o governo. Ele estava representando a si próprio. Como tudo o que acontece cai no meu colo, é um problema que estamos tentando solucionar com o senhor Abraham Weintraub", disse.
Bolsonaro afirmou ainda que não coordena ou convoca manifestações e que ele só participou de protestos pacíficos a favor de seu governo. Ele ressaltou que as crises recentes entre os Poderes são resultado de uma "constância em fustigar o governo".
Na entrevista, o presidente não foi questionado sobre a reunião que teve minutos antes com o próprio Weintraub.

DEMISSÃO

Integrantes do governo disseram a ministros do STF que o titular da Educação deverá ser demitido em um gesto de paz à corte.
Ao mesmo tempo, o presidente busca uma saída honrosa para seu ministro, como um cargo no Planalto ou uma função diplomática no exterior.
Magistrados do STF acreditam inclusive que o ministro da Educação pode acabar sendo preso se continuar atacando as instituições, como tem insistido em fazer, como informou a coluna Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.
Neste domingo (14), Weintraub, sem citar os ministros da corte, voltou a usar a expressão "vagabundos", termo usado por ele em referência aos magistrados do Supremo em reunião ministerial do dia 22 de abril.
O recado sobre a saída do ministro foi dado ao STF por ministros próximos do presidente. Desde o mês passado, tanto a cúpula militar como ala do governo considerada técnica vinham tentando convencer Bolsonaro de que a saída de Weintraub tornou-se necessária para arrefecer o clima beligerante entre Executivo e Legislativo e buscam uma solução nesse sentido.
Segundo assessores presidenciais, Bolsonaro não quer que o ministro deixe o governo e procura uma saída honrosa para Weintraub, que ganhou forte popularidade na base mais fiel do bolsonarismo.

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