Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • No Senado, Weintraub diz que Enem foi alvo de 'chuva de fake news'
Ministro da Educação

No Senado, Weintraub diz que Enem foi alvo de 'chuva de fake news'

Aos senadores, o ministro da Educação disse que o erro se deu na gráfica na hora da impressão. Para ele, o mesmo problema pode ter acontecido em outras edições do Enem sem que ninguém ficasse sabendo

Publicado em 11 de Fevereiro de 2020 às 14:26

Redação de A Gazeta

Publicado em 

11 fev 2020 às 14:26
O ministro da Educação Abraham Weintraub Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse nesta terça-fera (11) que a divulgação do resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) este ano foi alvo do que chamou de “chuva de fake news”. Convidado para explicar o problema ocorrido na Comissão de Educação (CE) do Senado, o ministro justificou por que não se pronunciou pessoalmente depois de identificado o problema. Weintraub disse que "em respeito à Justiça, que estava avaliando o que houve”, preferiu ficar em silêncio sobre a correção do Enem.
Aos senadores, o ministro da Educação disse que o erro se deu na gráfica na hora da impressão. Para ele, o mesmo problema pode ter acontecido em outras edições do Enem sem que ninguém ficasse sabendo. “Não dá pra afirmar [sobre ter acontecido o mesmo erro no passado] nem que sim, nem que não, mas esse tipo de processo pode ter acontecido no passado."

INCONSISTÊNCIA NO ENEM

Segundo o ministro, ao interagir com internautas logo após a divulgação do resultado do Exame, ele mesmo percebeu que havia uma inconsistência no segundo dia de prova e alertou o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Os erros, ressaltou o ministro, foram corrigidos antes da abertura das inscrições do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Weintraub afirmou que todos os gabaritos dos mais de 5 milhões de inscritos foram checados e rechecados várias vezes utilizando os quatro gabaritos existentes e que, por isso, nenhum estudante foi prejudicado.
Weintraub também disse aos senadores que as pessoas que procuraram o MEC para reclamar de problemas no exame foram divididas em três grupos: o primeiro formado por "militantes, que se faziam passar por um aluno, entravam colocando terror na rede, e a gente descartava". De acordo com o ministro, outro grupo era formado por pessoas “que não estavam entendendo o processo, e nós orientamos". O terceiro grupo, segundo ele, "foi o de alunos que foram mal, mas disseram que 'a culpa era do Weintraub'. Os pais nos procuraram, nós checamos as provas e vimos que haviam tirado a nota mesmo".
De acordo com o ministro, 5,1 mil estudantes – excluindo os treineiros – foram atingidos. "Estatisticamente o impacto foi irrelevante, mesmo assim o MEC entrou com um processo administrativo contra a gráfica." Abraham Weintraub acrescentou que já foi aberto novo processo de licitação para a contratação de uma nova gráfica para a realização do exame de 2020.
Com informações Agência Brasil.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem BBC Brasil
Saque do FGTS, veto a bets: o que se sabe do programa de renegociação de dívidas anunciado por Lula
Trabalhar é um direito: por uma inclusão real e sustentável para todos
Pesquisa aponta os candidatos mais rejeitados pelos capixabas
Quaest: Rose, Manato, Contarato e Hartung são os mais rejeitados para o Senado no ES

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados