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Ex-prefeito do Rio

Cabral fecha delação premiada com PF e promete devolver R$ 380 milhões

Ministro Edson Fachin, do STF, decidirá se homologa proposta do ex-governador. Procuradoria-Geral da República se posicionou contra

Publicado em 16 de Dezembro de 2019 às 21:43

Redação de A Gazeta

Publicado em 

16 dez 2019 às 21:43
Sérgio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro Crédito: Valter Campanato | Agências Brasil
Preso e condenado no âmbito da Operação Lava Jato, o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral acertou um acordo de colaboração premiada com a Polícia Federal em que se compromete a devolver aos cofres públicos R$ 380 milhões recebidos na forma de propina. A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contra a validação do acordo, que foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) por envolver autoridades com foro privilegiado.
As informações foram reveladas pelo jornal O Globo e confirmadas pelo Estado de São Paulo por fontes que acompanham as investigações.
Em junho do ano passado, o plenário do Supremo autorizou a PF a firmar acordos de colaboração premiada, mesmo sem aval do Ministério Público. O relator da Lava Jato no STF, ministro Edson Fachin, deu na ocasião o único voto contrário à possibilidade de a corporação fechar esses acordos.
Em setembro deste ano, o Ministério Público Federal denunciou o ex-governador do Rio pela 30.ª vez, agora por sonegação fiscal de R$ 10.402.040,91. A evolução patrimonial de Cabral seria "desproporcional" ao informado em suas declarações de Imposto de Renda de 2013, 2014 e 2015.
Sérgio Cabral está preso desde novembro de 2016. Ele já foi condenado em dez ações criminais a penas que somam 266 anos.
Em depoimento à 7.ª Vara Federal Criminal em fevereiro deste ano, Cabral confessou pela primeira vez os crimes. "Meu apego a poder e dinheiro é um vício."

DEFESA

Procurada, a defesa do ex-governador informou que não irá se manifestar sobre o acordo fechado com a Polícia Federal.

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