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Coronavírus

Brasileiro não sabe se escuta o ministro ou o presidente, diz Mandetta

Ele voltou a defender as políticas de isolamento social para evitar a propagação do vírus, e disse que o comportamento da sociedade é determinante para o controle da doença

Publicado em 12 de Abril de 2020 às 23:07

Redação de A Gazeta

Publicado em 

12 abr 2020 às 23:07
22/03/2020 - Brasília - Ministro de Estado da Saúde, Luiz Henrique Mandetta participando de videoconferência com a Frente Nacional de Prefeitos - FNP
Jair Bolsonaro e o ministro Luiz Henrique Mandetta não têm o mesmo discurso quando o assunto é a pandemia de Covid-19 Crédito: Isac Nóbrega/PR/Flickr
O ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta disse neste domingo (12) que o brasileiro não sabe se escuta ele ou o presidente Jair Bolsonaro e alertou que os meses de maio e junho serão os mais duros no controle do novo coronavírus (Covid-19).
Ao ser questionado sobre a divergência de opiniões entre ele e o presidente, Mandetta pediu um alinhamento de discurso para evitar "dubiedade".
"Quando você vê as pessoas entrando em padaria, em supermercado, grudadas, isso é claramente uma coisa equivocada. Eu espero uma fala única, uma fala unificada. Porque isso leva o brasileiro a uma dubiedade. Ele não sabe se escuta o ministro, o presidente, quem ele escuta", disse em entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo.
Mandetta também afirmou que o ministério acredita que maio e junho serão os meses mais duros no combate ao coronavírus.
Os técnicos do ministério trabalham com a hipótese de que o pico do surto seja atingido entre o fim de abril e início de maio. No entanto, a pasta esclarece que isso não significa que, após esse período, vai se seguir uma queda nos índices de casos registrados e óbitos.
A tendência é que esse período de alta transmissão da doença se mantenha na sequência por até dez semanas, provocando uma grande pressão sobre o sistema de saúde.
O ministro voltou a defender as políticas de isolamento social como forma de evitar a propagação do vírus.
"Quem vai escrever essa história é o comportamento da sociedade", afirmou.
Mandetta também afirmou que a realização de testes em massa em toda a população é inviável neste momento.

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