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Bolsonaro vai lançar campanha no lugar em que levou facada em 2018

Bolsonaro vai lançar campanha no lugar em que levou facada em 2018

O atentado ocorreu em 6 de setembro de 2018, a um mês do primeiro turno das eleições, na cidade mineira de Juiz de Fora

Publicado em 15 de agosto de 2022 às 16:04- Atualizado há 2 anos

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Presidente Jair Bolsonaro
Presidente Jair Bolsonaro. (Clauber Cleber Caetano / PR)

SÃO PAULO (Folhapress) - O presidente Jair Bolsonaro (PL) lançará sua campanha pela reeleição à Presidência da República no mesmo lugar em que levou uma facada durante o pleito de 2018, em Juiz de Fora (MG).

O ato está sendo divulgado pelo deputado estadual Bruno Engler (PSL-MG) e foi confirmado à reportagem por um dos integrantes da campanha do presidente.

"Já estou em Juiz de Fora ajudando a organizar a inauguração da campanha nacional do nosso presidente, Jair Bolsonaro. O presidente chega na terça-feira, dia 16, às 11h, aqui no Aeroclube de Juiz de Fora. E, daqui, vai partir uma motociata com o nosso capitão", diz o parlamentar mineiro.

"O presidente vai vir para cá, fazer seu pronunciamento no local exato onde ele sofreu a facada e teve a sua campanha de 2018 interrompida", segue ele no vídeo, mostrando imagens do atentado. Segundo o deputado estadual, o espaço é também onde Bolsonaro "nasceu de novo".

O atentado em Juiz de Fora (MG) ocorreu em 6 de setembro de 2018, a um mês do primeiro turno das eleições. Adélio Bispo, autor da facada, foi preso no ato e confessou o crime.

Na ocasião, Bolsonaro participava de evento para sua campanha ao Palácio do Planalto. O então candidato era carregado por apoiadores em uma rua no centro na cidade quando foi atingido por um homem com uma faca.

Desde o ataque, Jair Bolsonaro já foi internado algumas vezes por causa de um quadro de obstrução intestinal, sequela da facada.

A Polícia Federal concluiu, em duas investigações, que Adélio Bispo agiu sozinho, sem nenhuma evidência real de que tenha sido auxiliado por outras pessoas ou obedecido a um mandante. Bolsonaro, porém, questiona até hoje o trabalho realizado pela PF.

As teorias sobre participação de terceiros no planejamento e execução do atentado foram classificadas pelos investigadores como fake news. Elas fantasiavam o envolvimento de pessoas que nem sequer estavam em Juiz de Fora. Até admiradores de Bolsonaro já foram apontados como cúmplices de Adélio.​

* MONICA BERGAMO

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