Neste cenário, o risco de maior probabilidade e impacto é tentar manter a demanda anterior na nova jornada sem reestruturação interna. Esse contexto provocará aumento de pressão por produtividade, acúmulo de tarefas, convocações em dias de descanso e horas extras habituais.
Além de inflar custos e provocar reflexos em férias, 13º salário, FGTS e DSR, a prática gerará problemas trabalhistas, como violação ao direito de desconexão, danos morais e assédio moral, por exemplo.
O risco absenteísmo e de adoecimento, como burnout, também são reais. Caso a empresa insista em manter as funções em jornada reduzida e exija disponibilidade permanente do colaborador, a nova regra, criada para melhorar a qualidade de vida, pode transformar a tentativa de aumentar o bem-estar em vetor de exaustão, conflitos e passivo trabalhista.