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BBB21

Conheça o câncer que fez a atriz Carla Diaz se emocionar no BBB21

Esse tipo de câncer cresce na tireoide, uma glândula que fica localizada no pescoço, abaixo do pomo-de-adão. Ele acomete três vezes mais as mulheres do que os homens

Publicado em 29 de Janeiro de 2021 às 02:00

Guilherme Sillva

Publicado em 

29 jan 2021 às 02:00
Carla Diaz
A atriz Carla Diaz se emocionou ao lembrar de sua luta contra o câncer de tireoide. "Ano passado eu descobri um câncer. Hoje estou curada".  Crédito: Instagram/carladiaz
A atriz Carla Diaz voltou a emocionar no último domingo (21/03), durante o 'BBB 21'. Ao vivo, ela lembrou da sua luta contra o câncer de tireoide em 2020, enquanto fazia sua defesa para permanecer no programa.  "Sabia que entrar aqui ia ser um grande sonho, um grande desafio, mas eu não sabia que seria o maior desafio da minha vida, principalmente de autoconhecimento. Ano passado, eu tive um câncer e graças a Deus eu fui curada e eu prometi a mim mesma que iria viver cada segundo como se fosse o último", disse. 
A oncologista Fernanda Cesar, do Cecon/Oncoclínicas, explica que o câncer da tireoide cresce na glândula de mesmo nome que fica localizada no pescoço, abaixo do pomo-de adão. "Ela é responsável por regular o metabolismo e atua diretamente em funções de fertilidade, do peso, do humor e da memória. Esse tipo de câncer é o mais comum na região da cabeça e pescoço, e os tumores mais comuns são o carcinoma papilífero e o carcinoma folicular".
"O câncer da tireoide é o mais comum na região da cabeça e pescoço, e os tumores mais comuns são o carcinoma papilífero e o carcinoma folicular"
Fernanda Cesar - Oncologista
Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostra que ele afeta três vezes mais as mulheres do que os homens. Pela mais recente estimativa brasileira (2018), é o quinto tumor mais frequente em mulheres nas regiões Sudeste e Nordeste (sem considerar o câncer de pele não-melanoma). "É mais comum que apareça em pessoas com mais de 40 anos mas pode ocorrer também com mulheres na faixa dos 30 anos", diz Fernanda Cesar.

SINTOMAS

A médica explica que a maioria dos casos são assintomáticos.  Em casos mais avançados os sintomas são rouquidão e até mesmo a sensação de falta de ar e dificuldade em engolir. "Entre os fatores de risco estão as dietas pobres em iodo, histórico de irradiação do pescoço (ter sido submetido à radioterapia) e o histórico familiar também deve ser levado em conta". 
O paciente pode detectar alterações por meio do autoexame, ao notar algum nódulo no pescoço, e exames de rotina. "Em casos de suspeita, é preciso realizar exames de imagem, como ultrassom e tomografia, bem como os de sangue como de TSH e o T4 livre, que podem identificar as alterações e fornecer mais informações", explica a oncologista.
O tratamento usado ainda é o cirúrgico. O padrão é remover toda a tireoide ou, em outros casos, retirar o lado comprometido da glândula. "Em casos de tumores que se espalharam para gânglios linfáticos cervicais (do pescoço), o tratamento do tumor primário deve ser associado à retirada dos gânglios linfáticos afetados", ressalta Fernanda Cesar. A boa notícia é que  há um número considerável de sobreviventes desse tipo de doença. "Os pacientes evoluem bem após a cirurgia, é um câncer com altos índices de cura", reforça a oncologista. 

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