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Pela vida das mulheres

Ex-BBB Gizelly planeja projeto de apoio a vítimas de violência doméstica

A advogada pretende reunir profissionais de várias áreas em um projeto voltado para mulheres. As primeiras atividades devem ser realizadas no Espírito Santo

Publicado em 05 de Maio de 2020 às 15:23

Redação de A Gazeta

Publicado em 

05 mai 2020 às 15:23
Gizelly Bicalho
Gizelly Bicalho já está em fase de reuniões com apoiadores do projeto. Crédito: Divulgação / Globo
A capixaba Gizelly Bicalho foi uma jogadora importantíssima na edição histórica do Big Brother Brasil 20 e conquistou muitos fãs com seu carisma e autenticidade. Aqui fora, a advogada tem vários planos, dentre eles ajudar outras mulheres. Em entrevista ao programa AgTV exibido no último dia 25, a ex-sister contou que pretende criar um projeto de apoio a vítimas de violência doméstica. E é claro que nós, da Revista.ag, ficamos curiosos e fomos atrás dela pra saber mais sobre esse assunto e descobrir de onde surgiu essa vontade.
Gizelly nos contou que sempre teve vontade de abraçar uma causa social e que no fim de 2018 sua terapeuta sugeriu que ela fizesse um trabalho com mulheres. Desde então, a ideia não saiu da sua cabeça. “Eu sempre fiquei nesse passo de querer ajudar mulheres do sistema penitenciário feminino, a minha mãe sofreu violência doméstica em casa e eu tive um relacionamento abusivo”, disse.
“Essa vontade cresceu dentro da casa quando eu conheci a Má (Marcela McGowan), que também sempre teve essa vontade. Então pensei: por que não juntarmos nossas propostas. Eu como advogada e ela como ginecologista obstetra”, complementou.
"A cada dia no Big Brother eu tinha mais certeza de que a minha missão na Terra é ajudar, e ajudar as mulheres"
Gizelly Bicalho - Advogada
Em relação ao público que será atendido pelo projeto, segundo Gizelly, a escolha foi praticamente natural, pois ela e sua mãe têm um histórico de violência doméstica em casa. “Isso sempre mexeu muito comigo e o Espírito Santo, infelizmente, é um dos estados onde mais se mata mulheres hoje. Tenho conhecimento técnico pra ajudar. A cada dia no Big Brother eu tinha mais certeza de que a minha missão na Terra é ajudar, e ajudar as mulheres”, conta.
A ideia é oferecer apoio e suporte em diferentes áreas a mulheres que sofrem com esse tipo de violência. “Eu quero ajudar mulheres como a minha mãe, que conseguiu se libertar, mas também aquelas que não conseguiram e ainda sofrem com isso dentro de casa”, avisou. Gizelly salienta ainda que a violência doméstica não escolhe classe social, nem nível de escolaridade e que muitas vítimas não trazem o assunto à tona e suportam a violência por muito tempo.
Inicialmente, o projeto irá atuar no Espírito Santo, mas a advogada conta que pessoas de outros estados já se disponibilizaram a ajudar na realização desse sonho, e que a abrangência nacional é uma possibilidade. Ainda não há previsão de quando as atividades irão começar, mas reuniões de planejamento já estão sendo realizadas pela advogada. “Estamos articulando tudo ainda, porque é algo que precisa ser muito estudado, muito bem planejado. Precisamos unir profissionais de várias áreas e voluntários que realmente estejam dispostos, incluindo pessoas que já foram vítimas dessas situações e venceram”.

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