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Direito

Pela valorização do advogado, hoje e sempre

O equilíbrio entre a magistratura e a advocacia é fundamental para que os direitos de todos sejam preservados e para a manutenção democrática

Publicado em 10 de Agosto de 2018 às 21:18

Públicado em 

10 ago 2018 às 21:18

Colunista

Advocacia e Justiça
José Carlos Rizk Filho*
O Dia do Advogado, comemorado neste sábado (11), foi criado a partir da necessidade do Brasil, então recém-proclamado independente, ter profissionais com conhecimento jurídico em seus quadros, para ajudar na formação do país. Portanto, no dia 11 de agosto de 1827, Dom Pedro I inaugurou as primeiras faculdades de Direito do Brasil - a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo, e a Faculdade de Direito de Olinda, em Pernambuco.
O Estado de Direito tem no advogado o seu maior guardião, que irá sempre prezar pela aplicação da ordem jurídica, respeitando as liberdades humanitárias, políticas, sociais, e agindo de forma a mediar conflitos e garantir o devido cumprimento da lei, tendo a Justiça como o seu fim.
O equilíbrio entre a magistratura e a advocacia é fundamental para que os direitos de todos sejam preservados e para a manutenção dos eixos democráticos que hoje compõem o Brasil e outras nações do mundo. E para que isso aconteça sempre, é necessário o respeito mútuo entre todas as esferas que compõem a Justiça. Esse respeito requer que as prerrogativas da advocacia sejam estritamente cumpridas, pois elas são uma das bases que vão permitir ao advogado a plenitude do exercício da sua profissão.
O Estado de Direito tem no advogado o seu maior guardião, que irá sempre prezar pela aplicação da ordem jurídica, respeitando as liberdades humanitárias, políticas, sociais, e agindo de forma a mediar conflitos e garantir o devido cumprimento da lei, tendo a Justiça como o seu fim
O orgulho de ser advogado, de exercer a Justiça a cada dia, sob a ótica da ética que é intrínseca à nossa profissão, sempre será o nosso norte, o nosso estímulo. Mas não podemos deixar que esses profissionais imprescindíveis sejam desvalorizados. Somos pilares do funcionamento das instituições, da garantia dos direitos e da ordem, mas por vezes não há uma valorização profissional.
A questão dos honorários advocatícios deve ser uma frente de luta constante das Ordens dos Advogados, para que a categoria tenha o reconhecimento que merece. Há situações, sobretudo no interior, que a ação mais incisiva da OAB faz toda a diferença para os advogados, que por vezes se sentem sem um devido suporte das entidades representativas. Muitas subseções da OAB já têm atuado nesse sentido, mas faz-se necessário que essa bandeira seja empunhada permanentemente.
São várias as lutas importantes que precisamos travar para garantir que o exercício da advocacia se fortaleça sempre. Que este 11 de agosto de 2018 marque o início de um tempo novo para todos nós, advogados, em que o respeito, a transparência, a ética e a valorização profissional sejam ainda mais presentes, e que estejamos unidos em nome do que mais importa para todos nós, que é a garantia da Justiça.
*O autor é advogado

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