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Eleições

O eleitor no meio do jogo político

Infelizmente, as pessoas ou os políticos que mais confiamos são também os que nos traem no final

Publicado em 10 de Agosto de 2018 às 13:11

Públicado em 

10 ago 2018 às 13:11

Colunista

Rômulo Augusto Penina*
Mais uma eleição de aproxima, então, com salvação de Deus, invoquemos ajuda aos eleitores, em outubro. Parafraseando Bauman, “a política virou mercado e a cultura do espetáculo fez os líderes abrirem o show business”.
Pertinente é o questionamento levantado pelo jornalista J.R. Guzzo: “Como acreditar que nossos políticos são péssimos, mas os eleitores são ótimos?”. Se não há uma resposta definitiva, então partimos para o voto, a maior expressão do poder nas mãos dos eleitores.
Como bem disse Lincoln, “o voto é mais forte que a bala. Democracia é o governo do povo, pelo povo e para o povo. A demagogia é a capacidade de vestir as ideias menores com palavras maiores”. Que tenhamos ideias maiores! “Liderança é a melhor prova do líder, seja de apoio ou de oposição”, completa o colunista deste jornal, Vitor Vogas.
Como bem disse Lincoln, “o voto é mais forte que a bala. Democracia é o governo do povo, pelo povo e para o povo. A demagogia é a capacidade de vestir as ideias menores com palavras maiores”
Mas outras personalidades nos ajudam a entender parte desse processo de escolhas e democracia. O jornalista William Waack uma vez disse: “quem tem voto não tem plano, quem tem plano não tem voto”. Mas há casos mais extremistas, como o cartunista Apino e sua tira “Samanta”: “ajude um político trabalhar, não vote nele”. Pensando por essa lógica, Confúcio nos deixou essa pérola: “exige muito de ti e espera pouco dos outros”.
Mas se as eleições são um jogo de escolhas de candidatos, não esqueçamos que “a vida tem a ver com escolhas. Nos arrependemos de algumas e nos orgulhamos de outras. Somos o que escolhemos ser”. Por isso, a escolha de outubro deve ser consciente.
O jornalista Carlos Alberto Sardenberg já escreveu que “há muita corrupção no Brasil, mas não se pagam as contas simplesmente botando todos os políticos para fora, ou melhor, na cadeia. Infelizmente, os políticos estão fazendo de tudo para serem desprezados”. Seriam um bem necessário?! A se pensar!
Winston Churchill já proferiu que não devemos julgar um homem por suas palavras, mas sim por suas ações. Mas isso é uma missão cada vez mais difícil diante das atuais circunstâncias. Infelizmente, em política, a água e o óleo se misturam. É a mais pura verdade!
Acredito que a vida deve ser construída com amor. Nunca olhe para trás se pretende ir em frente. Não faça com os outros o que não quer que façam com você. Os amigos de verdade são os únicos que lhe dão a possibilidade de não sofrer nesta vida. Porém, as pessoas ou os políticos que mais confiamos são também os que nos traem no fim.
PS: Ao mestre José Antônio Pignaton, nossa eterna gratidão!
*O autor é  ex-reitor da Ufes

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