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Pandemia na Europa

Reino Unido registra 6 mil casos de Covid-19 em 24h

Na Bélgica, o governo começa a flexibilizar restrições no país. De acordo com dados da OMS, o país registra 105.132 contaminações por Covid-19 e 9.955 mortes.
Redação de A Gazeta

Publicado em 

23 set 2020 às 18:47

Publicado em 23 de Setembro de 2020 às 18:47

Covid-19
Covid-19 apresenta retomada na Europa Crédito: Pixabay
O Reino Unido registrou 6.178 novos casos de coronavírus nesta quarta-feira, 23, número próximo do maior número diário já registrado no país, em maio. De acordo com publicação do The Guardian, a alta registrada acontece porque agora as autoridades de saúde realizam o dobro de testes e que, embora os números de casos registrados sejam semelhantes aos de maio, a propagação do vírus não é a mesma.
Na Bélgica, o governo começa a flexibilizar restrições no país. De acordo com a primeira-ministra Sophie Wilmes, a partir de 1º de outubro as pessoas que tiveram contato com uma pessoa infectada pelo novo coronavírus terão que ficar apenas sete dias de quarentena e as máscaras não serão mais obrigatórias. Wilmes disse que "o uso de máscara é muito importante no controle da epidemia". "No entanto, não faz sentido impô-lo em todos os lugares o tempo todo", acrescentou.
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a Bélgica registra, desde o início da pandemia, 105.132 contaminações por covid-19 confirmadas e 9.955 mortes.

VACINAS

A Rússia está se preparando para aprovar sua segunda vacina contra covid-19, de acordo com a agência de notícias russa TASS. O imunizante está sendo desenvolvido pelo centro de pesquisa Vector e está previsto para ser concluído até 15 de outubro. Em notícia publicada pelo jornal britânico The Guardian, após o registro da vacina serão iniciados os ensaios clínicos com a participação de voluntários com mais de 60 anos e portadores de doenças crônicas.
Já a empresa Johnson & Johnson deu início ao estágio final dos testes clínicos para sua vacina de dose única contra o coronavírus. A empresa planeja inscrever 60 mil participantes para os testes clínicos do imunizante. Em entrevista coletiva, o diretor científico da Johnson & Johnson, Paul Stoffels, disse que a empresa pode ser capaz de determinar até o final do ano se a vacina é segura e eficaz.
No entanto, de acordo com o diretor dos Centros de Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês), Robert Redfield, mesmo com vacina suficiente para vacinar toda a população dos Estados Unidos, toda a população americana só estaria imunizada em meados de 2021. "Acho que isso vai nos levar a abril, maio, junho, possivelmente julho, para que todo o público americano seja completamente vacinado."

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