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Meio ambiente

Reino Unido promete R$ 500 milhões ao Fundo Amazônia, diz Brasil

Compromisso foi pautado pelo premiê Rishi Sunak durante visita oficial do presidente Lula à capital Londres

Publicado em 05 de Maio de 2023 às 15:20

Agência FolhaPress

Publicado em 

05 mai 2023 às 15:20
LONDRES, INGLATERRA - O premiê do Reino Unido, Rishi Sunak, comprometeu-se com o o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a contribuir com o Fundo Amazônia, um mecanismo de recompensa por preservação ambiental.
Segundo a assessoria do governo brasileiro, o montante mencionado por Sunak gira em torno de 80 milhões de libras (R$ 500 milhões). Recentemente, os EUA afirmaram que pagarão US$ 500 milhões (R$ 2,5 bi) ao Brasil, nos próximos cinco anos, dentro do mesmo programa.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o premiê do Reino Unido, Rishi Sunak
O premiê do Reino Unido, Rishi Sunak, comprometeu-se com o o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Crédito: Ricardo Stuckert/PR
A fala de Sunak ocorreu em uma reunião entre os líderes brasileiro e britânico em Downing Street, sede do governo britânico, na capital Londres, na tarde desta sexta-feira (5). Um assessor da Presidência afirmou que, na conversa, Sunak disse que a contribuição seria uma espécie de reconhecimento "ao trabalho e à liderança" de Lula.
O petista está no país para a coroação do rei Charles III, neste sábado (6). Ainda na sexta, após a reunião com Sunak, ele deve ir a uma recepção para líderes globais oferecida no Palácio de Buckingham.
A reunião durou 50 minutos e, além da agenda ambiental, Sunak falou em aumentar o comércio entre os dois países e em recolocar o Brasil no debate internacional, após o apagão diplomático promovido pelo governo de Jair Bolsonaro (PL). Outro assunto programado era a Guerra da Ucrânia.
Antes da chegada do brasileiro, algumas dezenas de manifestantes pró e contra o presidente gritavam uns contra os outros na entrada da rua. "Lula ladrão, seu lugar é na prisão" se alternavam com "olê, olê, olá, Lula, Lula", "cala a boca" e outros gritos.
Lula chegou às 15h58, mas ele e sua comitiva aguardaram dentro dos carros por dois minutos para desceram exatamente às 16h. Com a mesma pontualidade britânica, o premiê Rishi Sunak saiu para recebê-lo. Pararam poucos segundos para fotos e entraram para a reunião.
No sábado, Lula estará na Abadia de Westminster, em meio a 2.200 convidados que acompanharão por cerca de duas horas, a partir das 11h (7h em Brasília) a cerimônia de coroação do rei e da rainha Camilla. Charles III, 74, tornou-se rei em setembro, após a morte de sua mãe, Elizabeth 2ª, aos 96 anos.
Uma pequena recepção deve acontecer depois da coroação, uma vez que os convidados da abadia precisarão esperar algum tempo até que a procissão de Charles, de volta ao Palácio de Buckingham, aconteça e as 2.200 pessoas possam começar a sair.
De tarde, às 15h30 (11h30 em Brasília), uma entrevista coletiva para a mídia brasileira está programada, mas ainda não confirmada. O avião de volta está programado para decolar às 19h, no horário local.

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