Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Mundo
  • Presidente da Argentina é o primeiro líder a ser imunizado na América Latina
Sputnik V

Presidente da Argentina é o primeiro líder a ser imunizado na América Latina

O presidente argentino, Alberto Fernández, tomou nesta quinta-feira (21) a primeira dose da vacina russa Sputnik V, no hospital Posadas, em Buenos Aires.

Publicado em 21 de Janeiro de 2021 às 16:30

Agência FolhaPress

Publicado em 

21 jan 2021 às 16:30
Alberto Fernández, presidente da Argentina
Alberto Fernández, presidente da Argentina Crédito: Reprodução/Twitter
O presidente argentino, Alberto Fernández, tomou nesta quinta-feira (21) a primeira dose da vacina russa Sputnik V, no hospital Posadas, em Buenos Aires. Ele foi o primeiro mandatário a começar a imunização contra o coronavírus na América Latina.
As primeiras 200 mil doses da vacina importadas pela Argentina já foram aplicadas em funcionários do sistema de saúde público. A fase inicial da vacinação, que começou em 29 de dezembro, atendeu também a alguns políticos com menos de 60 anos –segundo o governo, para dar exemplo sobre a importância da vacinação.
A lista inclui, por exemplo, o governador da província de Buenos Aires, Axel Kicillof, que tem 49 anos e tomou as duas doses do medicamento.
O recorte de idade foi feito porque a Anmat (a agência argentina equivalente à Anvisa) ainda não tinha recomendado o imunizante russo para a população com mais de 60 anos –havia dúvidas sobre possíveis efeitos colaterais nessa faixa etária.
Fernández, que tem 61, ficou de fora da primeira leva. Nesta semana, por fim, a Anmat autorizou a aplicação emergencial da Sputnik V também nos mais velhos.
Segundo a agência, a vacina russa mostrou eficácia de 92% entre a população com mais de 60 anos e de 98% entre os mais jovens, nas quatro semanas de aplicação no país.
O governo argentino comprou 20 milhões de doses da Sputnik V junto ao Instituto Gamaleya. A próxima leva, que deve ser retirada em Moscou nos próximos dias, soma mais 5 milhões de doses.
A Argentina tem acordos ainda a Universidade de Oxford (em parceria com a AstraZeneca) e com o consórcio Covax Facility. Essas vacinas, no entanto, ainda não têm data para chegar.
Depois de tomar a vacina, usando máscara, o presidente argentino publicou no Twitter um agradecimento ao Instituto Gamaleya, "àqueles que trabalharam para que a vacina chegue a nós e a todo o pessoal de saúde por seu enorme compromisso".
"Vamos nos vacinar", escreveu.
Mais de 46 mil pessoas morreram na Argentina em decorrência da Covid-19, segundo dados da Universidade Johns Hopkins. E pelo menos 1,8 milhões de casos foram confirmados.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Dino Fonseca e Patrick Ribeiro
Dino Fonseca canta clássico do rock e dos ano 80 em Vitória; veja fotos
Pesquisa realizada pela Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (Asserj) mostra que beneficiários do Auxílio Brasil pretende voltar a comprar carne e leite
Fim da escala 6x1 pode ser realidade no futuro
Pleno do TJES
Quanto vai receber o juiz do ES condenado à aposentadoria

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados