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Eleições nos EUA

Pelosi chama Biden de presidente e pede pressa em aprovação de estímulo

Presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi também insistiu em uma negociação bipartidária para apoiar mais estímulos fiscais

Publicado em 06 de Novembro de 2020 às 16:52

Redação de A Gazeta

Publicado em 

06 nov 2020 às 16:52
Joe Biden assumiu a liderança na Geórgia na manhã desta sexta-feira (6)
Joe Biden assumiu a liderança na Geórgia na manhã desta sexta-feira (6) Crédito: Pedro Ladeira/Folhapress
A presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, chamou nesta sexta-feira (6), o candidato democrata à presidência, Joe Biden, de "presidente eleito", durante entrevista coletiva. Pelosi disse inicialmente que, "muito em breve", Biden passará de "ex-vice-presidente a presidente eleito", para em seguida se referir a ele como já como "presidente eleito".
Além disso, ela insistiu em uma negociação bipartidária para apoiar mais estímulos fiscais, com foco no combate à covid-19, no apoio à geração de empregos e em retomar as aulas para as crianças americanas.
Pelosi disse estar bastante feliz com a vitória de Biden, por qualificá-lo como alguém capaz de unificar as pessoas. Em meio a uma apuração apertada e ainda não decidida em alguns Estados, ela destacou o fato de que o colega de partido recebeu o maior número de votos para presidente da história do pais, por isso disse que Biden terá um "mandato forte" para governar, prevendo ainda que o apoio dele no Congresso também será forte.
Ela afirmou que espera que o Senado também fique sob comando dos democratas, como a Câmara, mas lembrou que só será possível saber isso em janeiro, quando haverá algumas disputas em segundo turno.
Em sua fala, Pelosi pediu calma, paciência e confiança na apuração, afirmou que o direito ao voto "é sagrado em nosso país" e insistiu na necessidade de se contar esses votos, o que segundo ela é uma das "fundações de nossa democracia".
Trump tem agido na Justiça norte-americana para tentar interromper a contagem em alguns Estados, alegando fraudes, até agora sem sucesso. A presidente da Câmara acusou o presidente de "tentar destruir a credibilidade das eleições, algo que criticamos no exterior".
Pelosi ainda ressaltou a necessidade de se aprovar "uma grande lei para apoiar os empregos", cobrando foco em saúde, empregos e educação. "Espero que a Casa Branca venha à mesa de negociações", disse.

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