Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Mundo
  • Para OMS, vários países estão indo na direção errada na pandemia
Pandemia

Para OMS, vários países estão indo na direção errada na pandemia

Diretor-geral da Organização Mundial de Saúde informou que as Américas continuam a ser o epicentro global da doença, com transmissão intensa,

Publicado em 13 de Julho de 2020 às 15:22

Redação de A Gazeta

Publicado em 

13 jul 2020 às 15:22
Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor da OMS
Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor da OMS Crédito: Divulgação/OMS
Diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus advertiu nesta segunda-feira (13) no início de entrevista coletiva da entidade, que vários países "estão indo na direção errada" na pandemia da covid-19. A autoridade disse que as Américas continuam a ser o epicentro global da doença, com transmissão intensa, comentando que em vários países pelo mundo há uma "alta preocupante" no número de novos casos confirmados.
Ghebreyesus informou que foram reportados à entidade 230 mil novos casos da doença no domingo, sendo que 80% deles se concentram em apenas dez países. Mais ainda, 50% dos casos vieram de apenas dois países, apontou o diretor-geral da OMS, sem citar nomes - Estados Unidos e Brasil lideram a lista, nesta ordem.
O comando da OMS voltou a pedir que os governos tenham uma comunicação clara aos cidadãos sobre o problema.
"Mensagens contraditórias de líderes estão minando o ingrediente mais crítico de qualquer resposta: a confiança", disse Ghebreyesus.
Ele insistiu também para que se recorram às medidas já comprovadas para conter a disseminação do vírus, como distanciamento social, uso de máscaras, higiene das mãos, etc. "Se as medidas básicas não forem adotadas, a pandemia irá apenas piorar e piorar", ressaltou, comentando ainda que "não há atalhos" contra o problema. "Esperamos ter uma vacina, mas devemos agir agora."
Ghebreyesus disse que alguns países que tiveram um primeiro pico da doenças e agora reabrem a economia têm lutado com novas ondas de transmissão. Há muitas nações que veem agora ganhos anteriores na pandemia ser revertidos, ao não seguir as medidas comprovadas, afirmou. "Temos visto (em vários países) as alas hospitalares encherem novamente", advertiu o diretor-geral. "Se precisarmos caminhar de lockdown em lockdown, isso tem um impacto muito grande sobre as sociedades", disse.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Vitrine de presentes de dia das mães
Dia das Mães: 80 presentes de beleza para celebrar a data em 2026
Novo Desenrola dará desconto de até 90% no valor da dívida
Imagem de destaque
Motociclista e passageiro ficam feridos após colisão com carro em Linhares

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados