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Tóquio 2021

Organização garante que estado de emergência no Japão não altera planos olímpicos

Desde que o evento foi adiado - agora acontecerá entre 23 de julho e 8 de agosto de 2021 -, Comitê Olímpico Internacional têm trabalhado bastante para reorganizá-lo

Publicado em 08 de Maio de 2020 às 15:48

Redação de A Gazeta

Publicado em 

08 mai 2020 às 15:48
Bandeira das Olimpíadas em Tóquio, Japão, após o anúncio de que o país vai sediar os jogos de 2020
Bandeira das Olimpíadas em Tóquio, Japão, após o anúncio de que o país vai sediar os jogos de 2021 Crédito: Divulgação / Comitê Olímpico Internacional
País que será sede dos Jogos Olímpicos em 2021 - seria neste ano, mas foi adiado por conta da pandemia do novo coronavírus -, o Japão vive uma batalha contra a covid-19. O país está em estado de emergência desde o início de abril e a previsão inicial é permanecer nesta situação até o final deste mês. Apesar do problema, o Comitê Organizador de Tóquio-2020 garantiu nesta sexta-feira que a situação não afeta os preparativos para a reprogramação da Olimpíada.
Desde que o evento foi adiado no final de março - agora acontecerá entre 23 de julho e 8 de agosto de 2021 -, o Comitê Organizador e o Comitê Olímpico Internacional (COI) têm trabalhado bastante para reorganizá-lo. A mudança de datas gerou uma série de complicações para os organizadores, sendo as principais dela o encerramento dos contratos das instalações esportivas e o aumento dos gastos em relação ao planejamento inicial.
"O que estamos fazendo supõe um desafio sem precedentes. Mas estamos fazendo da melhor maneira possível para que não haja nenhum impacto nos preparativos para os Jogos", disse o porta-voz do Comitê Organizador de Tóquio-2020, Masa Takaya, em uma conferência de imprensa via videoconferência nesta sexta-feira.
A maioria dos locais esportivos que seriam utilizados na Olimpíada deste ano têm seus contratos encerrados em 2020, incluindo a Vila Olímpica. Os organizadores querem que a maior parte do cronograma original seja mantido para 2021 e, por isso, estão em negociações com os donos dos locais para renovar os contratos. Segundo o porta-voz, espera-se concluí-las o "mais rápido possível", ainda que haja particularidades em cada caso.
Em conjunto com o COI, o Comitê Organizador criou um novo grupo para resolver todas essas pendências burocráticas envolvidas no adiamento. Nenhum avanço significativo foi obtido desde então, mas não há uma data específica para resolver os assuntos. O porta-voz disse que os tópicos serão debatidos nas próximas reuniões de ambas as partes. O próximo encontro envolvendo o Comitê Executivo do acontecerá na semana que vem, em 14 de maio.

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